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Pré-aviso de greve para os dias 1, 2, 3 e 4 de outubro de 2018
Excelentíssimos Senhores: Primeiro-Ministro Ministro da Educação Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Ministro da Economia Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas Presidente do Governo Regional dos Açores Secretário Regional de Educação da Região Autónoma da Madeira Secretário Regional da Educação e Cultura da Região Autónoma dos Açores Secretária Regional da Solidariedade Social da Região Autónoma dos Açores Presidente do Instituto Camões, IP À Casa Pia de Lisboa À CNIS À União das Misericórdias À Santa Casa da Misericórdia de Lisboa PRÉ-AVISO DE GREVE 1, 2, 3 E 4 DE OUTUBRO DE 2018 Das zero horas de dia 1/10/2018 às vinte e quatro horas de dia 4/10/2018 9 ANOS, 4 MESES E 2 DIAS A LEI E OS COMPROMISSOS TÊM DE SER RESPEITADOS! PROFESSORES REJEITAM A ELIMINAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO E EXIGEM NEGOCIAR O PRAZO E O MODO DA RECUPERAÇÃO INTEGRAL CONTESTAM, TAMBÉM, A AUSÊNCIA DE PROPOSTAS SOBRE APOSENTAÇÃO, A NÃO RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DA SOBRECARGA HORÁRIA E EXIGEM UM COMBATE EFETIVO À PRECARIEDADE Os professores e educadores exigem que o governo honre o compromisso que assumiu, cumpra a lei e respeite a Assembleia da República, ou seja, negoceie o prazo e o modo de recuperar todo o tempo de serviço que cumpriram, mas, até agora, não lhes foi contabilizado, correspondendo a 9 anos, 4 meses e 2 dias de atividade desenvolvida e com resultados que se refletem num importante aumento dos níveis de sucesso escolar dos alunos. Também em relação aos horários de trabalho, o Ministério da Educação não tomou as medidas que se justificavam, no sentido da sua regularização, havendo mesmo indícios de agravamento com a imposição de um sexto dia de atividade, preenchido com a frequência de ações de formação obrigatórias, e com, ainda, mais reuniões, que resultam da aprovação de novos quadros legais em cima do seu período de férias. Problema que continua a arrastar-se, apesar de os governantes confirmarem o seu reconhecimento, bem como as suas consequências negativas, é o do envelhecimento do corpo docente das escolas. Porém, inexplicavelmente, o governo recusa negociar qualquer medida, no âmbito da aposentação, que pudesse reverter ou sequer minimizar o problema. Outras situações negativas estão na origem do protesto dos professores, tais como a não aplicação do diploma sobre reposicionamento, que, há meses, está por concretizar, ou o insuficiente combate à precariedade, que continua a deixar fora dos quadros milhares de docentes com 3 e mais anos de serviço, entre outros que se arrastam sem fim à vista. Face à situação que se descreve, as organizações sindicais de docentes abaixo subscritoras, ao abrigo do artigo 57.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos do artigo 530.º e seguintes do Código do Trabalho e dos artigos 394.º e seguintes da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, convocam GREVE NACIONAL DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA E PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO, que exercem a sua atividade em serviços públicos ou de resposta social, em todo o território nacional ou no Ensino Português no Estrangeiro. Esta greve terá o seu início às zero horas do dia 1 de outubro de 2018 e prolongar-se-á até às 24 horas do dia 4 de outubro de 2018. Os docentes que pretendam aderir podem fazer greve na totalidade ou, apenas, em alguns destes dias, incidindo a mesma, em cada um dos dias, nos seguintes distritos ou regiões do país: - 1 DE OUTUBRO DE 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém; - 2 DE OUTUBRO DE 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Évora, Beja, Portalegre e Faro; - 3 DE OUTUBRO DE 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Guarda e Castelo Branco; - 4 DE OUTUBRO DE 2018: docentes em exercício de funções nos distritos do Porto e de Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança; docentes em exercício de funções na Região Autónoma dos Açores; docentes em exercício de funções no Ensino Português no Estrangeiro. Nenhum docente pode ser impedido de aderir à greve, independentemente do serviço que lhe estiver atribuído, nem há lugar à fixação de serviços mínimos. A atividade prevista para este dia não poderá ser adiada e no caso de os docentes terem de a cumprir em outro dia ela será considerada como serviço extraordinário. Para os devidos efeitos legais, caso os membros dos órgãos de gestão e direção das escolas, no uso dos seus direitos, adiram a esta greve, ficará responsável pela segurança do edifício e de todas as pessoas que nele permaneçam, o docente do quadro de nomeação definitiva mais antigo da escola ou do agrupamento que não se encontre em greve. Lisboa, 21 de setembro de 2018 As organizações sindicais
Mirandela recebe Conferência sobre Educação a 22 de setembro
A Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo do Instituto Politécnico de Bragança, em Mirandela, vai receber no próximo dia 22 de setembro, sábado, mais uma Conferência do Ciclo de Conferências 2018, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP e que contará com a participação de Rui Nunes (Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto) e de Sofia Bergano (Professora do Instituto Politécnico de Bragança) como conferencistas convidados.Será sobre o tema "Educação e Formação para um desenvolvimento sem desigualdades" que a conversa vai acontecer ao longo da manhã, com a sessão de abertura, às 9h30, a estar a cargo do Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, de Sónia Nogueira, Subdiretora da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela e também de Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT.Em seguida, às 10h, o convidado Rui Nunes dará início ao debate que terá como comentadores Acácio Lopes (SPZN), Patrícia Bernardo (UGT-Bragança) e Jorge de Almeida Castro (Universidade Fernando Pessoa).Pelas 11h40, Sofia Bergano tomará a palavra para lançar a conversa que será comentada por Joaquim Salgueiro (UGT-Bragança), Rui Maia (Universidade Fernando Pessoa) e Luísa Deimãos (SPZN).Após este debate dar-se-á a sessão de encerramento que fica a cargo de Maria da Graça Patrício, Presidente da UGT-Bragança, Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT e de Orlando Pires, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mirandela.Na sexta Conferência do Ciclo de Conferências o evento chega a Trás-os-Montes, mas vai ainda percorrer mais três cidades portuguesas onde se pretende debater, sob os vários pontos de vista, formas da Educação, como combater as falhas sociais que proporcionam desigualdades e que fatores podem ser melhorados de forma a minimizar essa diferença existente.Discutir o papel da Educação e da Formação na procura pela igualdade é, portanto, o grande mote destas conversas a que iremos assistir.De destacar também que a UGT uniu-se a esta iniciativa contando com ela também como parte do assinalar dos 40 anos da central sindical, pois ao longo deste tempo a União Geral de Trabalhadores sempre considerou a Educação e Formação como base fundamental para uma sociedade melhor.Os participantes estarão disponíveis no final da conferência para declarações à comunicação social, nomeadamente o Secretário-Geral da FNE e o Secretário-Geral da UGT.Saiba tudo sobre o Ciclo de Conferências 2018 em www.fne.pt Porto, 20 de setembro de 2018
Mirandela recebe Conferência sobre Educação a 22 de setembro
A Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo do Instituto Politécnico de Bragança, em Mirandela, vai receber no próximo dia 22 de setembro, sábado, mais uma Conferência do Ciclo de Conferências 2018, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP e que contará com a participação de Rui Nunes (Professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto) e de Sofia Bergano (Professora do Instituto Politécnico de Bragança) como conferencistas convidados.Será sobre o tema "Educação e Formação para um desenvolvimento sem desigualdades" que a conversa vai acontecer ao longo da manhã, com a sessão de abertura, às 9h30, a estar a cargo do Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, de Sónia Nogueira, Subdiretora da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela e também de Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT.Em seguida, às 10h, o convidado Rui Nunes dará início ao debate que terá como comentadores Acácio Lopes (SPZN), Patrícia Bernardo (UGT-Bragança) e Jorge de Almeida Castro (Universidade Fernando Pessoa).Pelas 11h40, Sofia Bergano tomará a palavra para lançar a conversa que será comentada por Joaquim Salgueiro (UGT-Bragança), Rui Maia (Universidade Fernando Pessoa) e Luísa Deimãos (SPZN).Após este debate dar-se-á a sessão de encerramento que fica a cargo de Maria da Graça Patrício, Presidente da UGT-Bragança, Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT e de Orlando Pires, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mirandela.Na sexta Conferência do Ciclo de Conferências o evento chega a Trás-os-Montes, mas vai ainda percorrer mais três cidades portuguesas onde se pretende debater, sob os vários pontos de vista, formas da Educação, como combater as falhas sociais que proporcionam desigualdades e que fatores podem ser melhorados de forma a minimizar essa diferença existente.Discutir o papel da Educação e da Formação na procura pela igualdade é, portanto, o grande mote destas conversas a que iremos assistir.De destacar também que a UGT uniu-se a esta iniciativa contando com ela também como parte do assinalar dos 40 anos da central sindical, pois ao longo deste tempo a União Geral de Trabalhadores sempre considerou a Educação e Formação como base fundamental para uma sociedade melhor.Os participantes estarão disponíveis no final da conferência para declarações à comunicação social, nomeadamente o Secretário-Geral da FNE e o Secretário-Geral da UGT.Saiba tudo sobre o Ciclo de Conferências 2018 em www.fne.pt Porto, 20 de setembro de 2018
Carta aos Encarregados de Educação
Cara(o) Encarregada(o) de Educação,   No início deste ano letivo, queremos apresentar-lhe os nossos cumprimentos e dizer-lhe que pode contar com todo o empenho dos educadores e professores portugueses para que a escola pública seja de qualidade, promovendo os mais elevados índices de qualificação dos nossos alunos. Aliás, na sequência do que tem sido feito no passado e que coloca os alunos portugueses abrangidos pelo conhecido relatório PISA, promovido pela OCDE, entre os que demonstram mais elevados índices no domínio da leitura, da matemática e das ciências, tornando Portugal um exemplo a nível mundial. Estamos convictos que para o sucesso dos nossos alunos, em termos de resultados escolares, de inserção no mercado de trabalho e em termos de desenvolvimento pessoal, é essencial uma escola com educadores e professores empenhados, reconhecidos e valorizados. Os professores são, entre os grandes grupos da administração pública, os mais qualificados, e  sabemos que não pode deixar de ser assim. Deve continuar a exigir-se para os educadores e professores os mais elevados padrões de qualificação na formação inicial e na formação contínua. É que nós, educadores e professores, temos uma responsabilidade social extremamente importante, porque somos aqueles que estamos diariamente com as crianças e os jovens - havendo algumas que passam mais tempo com os seus professores do que com os próprios pais, porque estes trabalham sujeitos, muitas vezes, a horários que lhes impossibilitam estar o merecido tempo com os seus filhos. É também por esta razão que o papel do professor, não apenas na escola, mas na sociedade, é de uma responsabilidade social enorme. Este é um dos motivos pelo que não aceitamos que da parte do Governo possa haver ações e decisões que acabam por desvalorizar os educadores e professores, nomeadamente em termos de perspetiva de carreira, em termos de remuneração, de falta de respeito pelos limites do tempo de trabalho ou ainda da consideração para efeitos de aposentação, em virtude do especial desgaste físico, psíquico e psicológico que o exercício profissional provoca. Desde há um ano que os educadores e professores têm vindo a lutar, através de manifestações, greves e outras ações, entre várias reivindicações, pelo reconhecimento do tempo de serviço que prestaram e que esteve congelado durante 9 anos, 4 meses e 2 dias. Os professores estão apenas a reivindicar e a lutar pelo reconhecimento do tempo que trabalharam. Nenhuma pessoa que trabalha concordaria que o seu tempo de trabalho fosse simplesmente eliminado. Apesar destas dificuldades, os educadores e professores portugueses não deixaram de cumprir, ao longo de todo aquele tempo, as suas obrigações profissionais, com todo o empenho. Agora é tempo de que o Governo reconheça todo o tempo de serviço que esteve congelado para efeitos de desenvolvimento da carreira dos educadores e professores, tal como o faz em relação aos restantes trabalhadores da administração pública das carreiras gerais que têm a sua situação completamente reposta a partir de 1 de janeiro de 2020. Impõe-se esclarecer neste ponto que uma tal medida não comporta o pagamento de quaisquer retroativos em relação às remunerações desse tempo que esteve congelado; trata-se apenas da consideração do tempo de serviço já efetivamente prestado. Foi isso com que o Governo se comprometeu a fazer numa declaração assinada em 17 de novembro de 2017 e é o que consta da Lei do Orçamento de Estado. Os sindicatos representativos dos educadores e professores portugueses, conscientes do impacto orçamental que representaria a recuperação de todo o tempo de serviço imediatamente e de uma vez só, estão disponíveis para negociar o que aquela lei determina que seja negociado, isto é, o faseamento para a recuperação integral daquele tempo, o que, para nós, poderá ocorrer ao longo da próxima Legislatura. É isto que está em cima da mesa e o que nos insatisfaz é que o Governo agora não esteja disponível para cumprir o seu compromisso e o que a lei estabelece, sob o argumento da intransigência dos sindicatos. Ora, o que acontece é que são os sindicatos que estão disponíveis para negociar o que a lei prevê que seja negociado e é o Governo que se recusa a reconhecer o direito que a lei determina. São estas as razões que levam os educadores e professores portugueses a procurarem garantir, pelos únicos meios que estão ao seu alcance, o que a lei lhes reconhece. É por este motivo que já neste início de ano letivo estamos a realizar reuniões em todas as escolas, podendo vir a ser necessária a realização de ações de luta durante o mês de outubro, que poderão passar pela realização de greves e de uma grande manifestação, em Lisboa, no dia 5 de outubro. Estamos certos de que compreende as razões que nos levam a ter de avançar para estas ações que perturbam as nossas escolas. Está na mão do Governo fazer com que essa perturbação não exista. Basta para isso que o Governo reconheça o direito que a lei determina e que negoceie a calendarização da recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado.   Obrigado pela sua atenção. CARTA AOS EE 2018/2019 | PDF
Semana Nacional de Plenários nas Escolas
Dada a urgência e importância de uma tomada de posição que vise concretizar as posições dos Educadores e Professores sobre matérias prementes da atividade docente que continuam sem resolução, a Federação Nacional da Educação, convoca todos os Professores e Educadores para as reuniões sindicais que se vão realizar entre os dias 17 e 21 de setembro, ao abrigo do artigo 341.º da Lei n.º35/2014 de 20 de junho, (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas) LFTP e do artigo 420.º da Lei n.º7/2009 de 12 de fevereiro (Código do Trabalho), nos locais , uma reunião sindical/plenário com a seguinte Ordem de trabalhos: As inaceitáveis posições do governo sobre a carreira docente e o retomar das negociações; O incumprimento da Declaração de Compromisso: carreiras; horários e outras condições de trabalho; desgaste e exaustão dos professores; aposentação; A ação dos professores, fator determinante para a obtenção de resultados: a intervenção nos locais de trabalho e as formas de luta a desenvolver no 1.º período; Votação de Tomada de Posição para enviar ao governo. CONSULTE AS DATAS E LOCAIS ONDE SE REALIZAM OS PLENÁRIOS: Plenários Sindicais na Zona Norte - SPZN Plenários Sindicais na Zona Centro - SPZC SDPSul - Évora DATA    HORA   LOCAL 17 de set   15h30m   Agrupamento de Escolas Severim de Faria (Escola Secundária Severim de Faria) 17 de set   15h30m   Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira (Escola Básica André de Resende) 18 de set   10h00m   Agrupamento de Escolas de Redondo (Escola Sede) 18 de set   10h30m   Agrupamento de Escolas de Borba (Escola Sede) 19 de set   10h30m   Agrupamento de Escolas de Arraiolos (Escola Sede) 19 de set   10h30m   Agrupamento de Escolas de Mora (Escola Sede) 20 de set   10h30m   Agrupamento de Escolas de Torrão (Escola Sede) 20 de set   15h00m   Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal (Escola Sede) 21 de set   10h30m   Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo SDPSul - Beja DATA HORA LOCAL 17 de set 10h00m EB 2,3 de Santa Maria 17 de set 15h00m Escola Secundária D. Manuel I 18 de set 10h00m EB 2, 3 de Mário Beirão 19 de set 10h00m EB 2, 3 Santiago Maior 19 de set 15h00m Escola Secundária Diogo de Gouveia 20 de set 10h30m EBI de  São Teotónio 20 de set 16h00m Agrupamento de Escolas de Alvalade do Sado 21 de set 10h00m Agrupamento de Escolas de Almodôvar SDPSul - Faro DATA LOCAL 17 de set EBI/JI Montenegro 18 de set Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes (Portimão)  19 de set Agrupamento de Escolas de Padre João Coelho Cabanita (Loulé) 20 de set Agrupamento de Escolas de Almancil 21 de set Agrupamento de Escolas João de Deus (Faro) SDPSul - Portalegre DATA HORA LOCAL 17 de set 14h30m Agp. Escolas Fronteira 17 de set 16h30m Agp. Escolas Monforte 18 de set 15h00m Agp. Escolas nº 1 Elvas 18 de set 16h30m Agp. Escolas nº 2 Elvas 19 de set 14h30m Agp. Escolas nº 3 Elvas – Vila Boim 19 de set 16h30m Agp. Escolas C. Maior (Centro Escolar) 20 de set 10h00m Agp. Escolas Bonfim – C.Falcão 20 de set 11h30m Agp. Escolas Bonfim – Esc. 3ºcic e Sec. (Sede) 20 de set 13h50m Agp. Escolas José Régio 20 de set 16h00m Escola Sec. S. Lourenço 21 de set 10h00m Agp. Escolas Ponte Sor – JP Andrade 21 de set 11h30m Agp. Escolas Ponte Sor – EscSec. (Sede) 21 de set 15h00m Agp. Escolas Alter do Chão 21 de set 16h30m Agp. Escolas Crato a definir   Agp. Escolas Gavião a definir   Agp. Escolas Sousel a definir   Agp. Escolas Nisa a definir   Agp. Escolas Arronches a definir   Agp. Escolas Castelo Vide SDPGL - Santarém DATA HORA LOCAL 18 de set 12h00m Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento 19 de set 12h00m Agrupamento de Escolas de Alpiarça 19 de set 14h30m Agrupamento de Escolas de Coruche 20 de set 10h00m Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira - Santarém 21 de set 10h00m Agrupamento de Escolas de Fazendas de Almeirim Em atualização...
FNE pede reunião suplementar
Exmo. SenhorMinistro da EducaçãoProfessor Doutor Tiago Brandão RodriguesAvenida Infante Santo, 2 – 6º1350-178    LISBOA N/REF. 07/FNE/2018 – Porto, 14 de setembro de 2018   Assunto: Pedido de reunião suplementar   Tem vindo a ocorrer um conjunto de reuniões, nomeadamente entre a FNE e o Governo, a propósito da designada recomposição da carreira docente, nos termos da Declaração de Compromisso de 18 de novembro de 2017 e do artigo 19º da Lei do Orçamento de Estado. O Governo deu por concluído este processo na reunião ocorrida no dia 7 de setembro passado. Nas reuniões até agora realizadas, a FNE sublinhou a necessidade de que se procurasse que a discussão incidisse sobre o prazo e o modo de recuperação de todo o tempo de serviço congelado por 9 anos, 4 meses e 2 dias, tendo o Governo insistindo na perspetiva de que estas reuniões deveriam incidir sobre a quantidade de tempo a recuperar. Assim, na perspetiva da FNE, as reuniões até agora realizadas não se centraram sobre o objeto a que deveriam estar sujeitas, não constituindo deste modo a negociação que a Lei do Orçamento de Estado determina que seja realizada. Assim, e por considerarmos que numa nova reunião se poderá finalmente definir o modo de se estabelecer a negociação do que a Lei determina que deve ser negociado, vimos solicitar o agendamento de uma reunião suplementar que possa abrir os procedimentos que visem aquele objectivo. Versão PDF
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Concurso Era uma Vez o 1º de Maio
2018-01-03
Concurso Era uma Vez o 1º de Maio
REGULAMENTO DO CONCURSO

Tema: 1º Maio - Dia do Trabalhador

Objetivos
- Compreender o dia 1º de maio como o Dia do Trabalhador;
- Desenvolver o conhecimento sobre o 1º de maio;
- Reconhecer a solidariedade como um valor fundamental da sociedade atual;
- Contribuir para o desenvolvimento do trabalho em grupo.

Modalidades de Concursos e Condições de Participação
O concurso encontra-se aberto a todos os alunos distribuídos pelos seguintes escalões:

1º escalão - Educação para a Infância (Pintura e Colagem)
2º escalão - 1º Ciclo do Ensino Básico (Pintura)
3º escalão - 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico (Pintura)
4º escalão - Ensino Secundário (Pintura)

Os trabalhos do 1º escalão (Educação para a Infância) serão unicamente de pintura ou colagem e coletivos (turma ou jardim de infância).

Os trabalhos do 2º escalão (1º Ciclo do Ensino Básico), serão coletivos (turma ou escola) enquanto os do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e os do Ensino Secundário deverão ser de caráter individual.

Cada concorrente, turma ou jardim de infância/escola só pode concorrer com um trabalho.

Os trabalhos poderão utilizar qualquer tipo de suporte, não devendo ultrapassar o tamanho A3.

Em cada trabalho deverá constar no verso:
- O nome do autor (individual / autores (coletivo);
- Escalão em que concorre(em)
- Nome, morada e telefone (ou endereço de correio eletrónico) do estabelecimento de ensino.
» A falta de qualquer destes elementos é motivo de exclusão do concurso.

Prazos
O prazo de entrega dos trabalhos termina no dia 24 de abril de 2018.

Entrega de Trabalhos
Os trabalhos podem ser entregues diretamente ou enviados por correio para as instalações dos sindicatos da FNE, promotores do concurso.

Júri do concurso
O júri será constituído pelos seguintes elementos:

- Um(a) Representante da FNE
- Um(a) Representante da AFIET
- Um(a) Educador(a) de Infância
- Um(a) Professor(a) do 1º Ciclo do Ensino Básico
- Um(a) Professor(a) de Educação Visual

Divulgação dos Trabalhos Premiados
No dia 27 de abril de 2018 será divulgada a listagem dos trabalhos premiados, em cada modalidade, através das páginas de internet e de facebook da FNE.

Exposição dos Trabalhos
Os trabalhos premiados serão expostos no local onde a UGT - União Geral de Trabalhadores e a FNE - Federação Nacional da Educação, levam a efeito a comemoração do Dia do Trabalhador, no dia 1 de maio de 2018.

Posteriormente os trabalhos serão divulgados nas páginas de internet e facebook da FNE.

Sessão de Entrega de Prémios
Os prémios serão entregues no local das comemorações, no dia 1 de maio de 2018.

Prémios
Terão direito a prémio os três melhores classificados em cada escalão.
Os alunos/turma e os estabelecimentos de ensino terão direito a Diploma de Participação.

Os prémios a atribuir, em cada escalão, serão os seguintes:

1º Prémio - Tablet
2º Prémio - Máquina fotográfica digital
3º Prémio - Livros / Jogos didáticos

Disposições Finais
Os trabalhos ficam pertença da entidade organizadora.


Vídeo




Regulamento do Concurso

Concurso nacional 2018

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