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FNE celebra Protocolo com ASSP
A FNE celebrou um Protocolo com a Associação de Solidariedade Social dos Professores (ASSP), em que esta se dispõe a possibilitar a utilização das suas quatro residências sénior de professores, situadas em Aveiro, Carcavelos, Porto e Setúbal, aos associados dos sindicatos da nossa federação. Nos termos do protocolo, a ASSP deverá garantir aos associados dos sindicatos da FNE preços idênticos aos dos seus próprios associados, de acordo com as condições de acesso estabelecidas: todos ficam sujeitos às condições previstas no Regulamento Interno das residências, pagam uma jóia de entrada sem direito a retorno (igual ao valor da mensalidade que for estabelecida caso a caso), assim como uma mensalidade adiantada. A ASSP deverá ainda garantir aos associados dos sindicatos da FNE o direito de participação nas atividades das suas quinze delegações, devendo estipular para eles a reserva de 10 % dos lugares disponíveis. Caso estes lugares não venham a ser ocupados serão utilizados por associados da ASSP. As delegações desta associação estão localizadas nos Açores, Algarve, Aveiro, Beja, Coimbra, Évora, Guimarães, Leiria, Lisboa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. O Protocolo é válido por um período de um ano, podendo ser renovado por iguais e sucessivos períodos. A ASSP é uma Associação de Professores que tem como objetivo a prestação de serviços de natureza social, humanitária e cultural aos professores seus associados e familiares.http://www.assp.pt/
Descongelamento da carreira docente: FNE pediu reunião ao ME
Na sexta-feira passada, a FNE solicitou uma reunião ao Ministro da Educação, com caráter de urgência, para tratar concretamente da negociação do enquadramento a definir para o descongelamento da carreira docente.É que, nas negociações que decorreram com o Ministério das Finanças, a propósito do Orçamento de Estado para 2018, foi patente o desconhecimento razoável de matérias muito concretas que se prendem com a especificidade do desenvolvimento da carreira docente, para além de não ter ficado completamente esclarecida a forma como o descongelamento da carreira docente vai ocorrer, sendo inaceitável que os docentes portugueses constituam o único corpo profissional da administração pública em que o descongelamento não considera o tempo de serviço congelado durante cerca de dez anos.Para a FNE, as decisões relativas à especificidade do descongelamento da carreira docente carecem de uma intervenção específica por parte do Ministério da Educação, em nome e em defesa dos Trabalhadores que tutela, como aliás estabelece a proposta de Orçamento de Estado que foi apresentada. Acresce que a questão do descongelamento da carreira docente é independente de uma outra matéria que tem sido sucessivamente adiada, quer pelo Governo anterior, quer pelo atual, e que diz respeito à regulamentação dos artigos 36º e 37º do Estatuto da Carreira Docente. Deste modo, o processo negocial que o Ministério da Educação anunciou que ocorreria em novembro não integra a apreciação e negociação das condições gerais de descongelamento da carreira docente. Nestes termos, a FNE solicitou a marcação urgente de uma reunião que permita a negociação da definição das condições de descongelamento da carreira docente, o que não pode deixar de ter uma resposta rápida por parte do Ministério da Educação. Porto, 16 de outubro de 2017
Concurso Geração €uro
O Banco de Portugal convida-o(a) a participar na 7.ª edição do concurso Geração €uro. O concurso dirige-se a todos os alunos do Ensino Secundário, independentemente da área de estudos que frequentem, e pretende sensibilizar a primeira geração de europeus que cresceu com a moeda única para a importância da política monetária. O concurso Geração €uro é promovido pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelos bancos centrais nacionais do Eurosistema e decorre entre outubro de 2017 e abril de 2018. Para participar é preciso: ·         Formar equipas de três a cinco alunos, com orientação de um professor; ·         Inscrever-se no site do concurso Geração €uro.  A equipa vencedora da edição portuguesa do concurso Geração €uro será convidada a viajar até Frankfurt am Main, na Alemanha. Juntamente com as restantes equipas vencedoras, será recebida pelo presidente do BCE, numa cerimónia europeia de entrega de prémios. Alunos, pais e professores podem acompanhar as várias etapas do concurso na página do concurso no Facebook. Fases do concurso Na primeira fase do concurso, que decorre entre 4 de outubro e 15 de novembro de 2017, os alunos respondem a um questionário online sobre a política monetária do euro. O questionário está disponível no site do concurso e integra 30 perguntas com três níveis de dificuldade. As 15 equipas com melhores resultados serão convidadas a elaborar um ensaio sobre política monetária. No ensaio, terão de estimar a taxa de juro que o BCE deverá fixar na reunião de 25 de janeiro de 2018. Finalmente, as equipas com os melhores ensaios terão de apresentar o seu trabalho perante um júri designado pelo Banco de Portugal. As três melhores equipas receberão os seguintes prémios: 1.º lugar – 350€ por aluno + Tablet para o Professor + Troféu para a escola 2.º lugar – 250€ por aluno + Tablet para o Professor + Troféu para a escola 3.º lugar – 150€ por aluno + Tablet para o Professor + Troféu para a escola Para orientarem os alunos ao longo das várias fases, os professores poderão consultar o Livro do Professor e o Plano de Aulas, disponíveis na secção "Espaço didático" do site do concurso Geração €uro. O Livro do Professor compila informação útil sobre o concurso, a atividade dos bancos centrais e a política monetária do euro. O Plano de Aulas apresenta, em linhas gerais, os passos a seguir e o material disponível para os professores poderem preparar os alunos para as várias fases do concurso.  Ligações úteis Para mais informações, consulte o site do concurso Geração €uro ou a página da competição no Facebook.  Contactos Se tiver dúvidas ou sugestões, pode enviar um e-mail para geracaoeuro@bportugal.pt.
Resolução aprovada no Plenário Nacional de Professores
Estando prestes a ser finalizado o Orçamento de Estado para 2018, Educadores e Professores de todo o país, reunidos hoje, dia 12 de outubro de 2017, em Plenário Nacional, no Centro de Congressos de Aveiro, Cansados de serem esquecidos ao longo da última década pelos sucessivos governos, que apenas deles se lembraram para os esbulharem de direitos e salário, Cansados da inércia deste Governo e dos sucessivos adiamentos de tomadas de decisão relativamente a matérias consideradas essenciais para todos os docentes, Entendem ser chegado o momento de verem repercutida na sua situação profissional e salarial as melhorias económicas todos os dias anunciadas por todos os membros do Governo, exigindo por isso a adoção das medidas concretas que se traduzam numa efetiva melhoria das condições de trabalho dos Educadores e Professores, contribuindo assim para a melhoria da qualidade da Educação em Portugal. Assim, Considerando que existe uma inaceitável ausência de respostas concretas do Governo para a resolução de vários problemas que afetam gravemente a qualidade da educação em Portugal e não anulam a precariedade e a degradação das condições do exercício profissional dos educadores e professores portugueses; Os Educadores e Professores hoje aqui reunidos decidiram, transmitir ao Primeiro-ministro, ao Ministro da Educação, ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e a todos os Partidos com representação Parlamentar a seguinte deliberação: 1.      Exigir o cumprimento assumido pelo Governo do descongelamento das carreiras dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior, assim como dos demais trabalhadores da administração pública, no dia 1 de janeiro de 2018, para todos sem exceção, e que o tempo até agora congelado seja repercutido no reposicionamento dos Educadores e Professores no escalão em que por direito e justiça devem ser integrados. 2.      Exigir a adoção urgente de medidas que promovam a integração nos quadros dos docentes que, em regime de precariedade, têm vindo a garantir o funcionamento do sistema educativo regularmente, quer no ensino básico e secundário, quer no ensino superior, e que continuam a ser essenciais para a promoção de um ensino de qualidade e inclusivo; 3.      Recordar que o Governo, embora sobejamente conhecedor desta factualidade, continua a ignorar e negar de forma autista a evidência de um corpo docente envelhecido, insatisfeito e que não vê qualquer atitude de disponibilidade política em encontrar soluções concretas, nomeadamente, com a imprescindível criação de um regime especial de aposentação para os docentes, bem como outras medidas de compensação do desgaste específico que a profissão docente implica, exigindo que, no mais curto espaço de tempo, se legisle no sentido de permitir a todos os docentes a sua aposentação ao fim de 36 anos de serviço, independentemente da idade. 4.      Exigir uma revisão de fundo da forma como devem ser dotados os quadros de agrupamento de escolas, com inclusão nesta dotação não só dos docentes necessários ao cumprimento das cargas letivas de cada uma das disciplinas ou grupos disciplinares, mas também de um número de lugares que proporcione em cada agrupamento as necessidades educativas essenciais à promoção do sucesso escolar dos alunos e dos projetos em curso, libertando os professores com as componentes letivas preenchidas de continuarem a sua interação com alunos em aulas de apoio nas horas da componente não letiva, sendo que estas devem ser exclusivamente para as reuniões necessárias ao desenvolvimento pedagógico e curricular e às atividades de colaboração entre os docentes; 5.      Exigir uma revisão em profundidade do regime de concursos dos docentes dos ensinos básico e secundário no âmbito de uma nova forma de dotação dos quadros de escola e exigir a abertura de um novo concurso em 2018 que enquadre as novas soluções, dando primazia a uma verdadeira e realista dotação dos quadros de agrupamento e em que os quadros de zona pedagógica deverão servir apenas para suprir as necessidades transitórias do sistema, e num âmbito geográfico inferior ao atual; 6.      Demonstrar um profundo sentimento de insatisfação pelo desprezo que têm revelado sobre as condições em que a atividade docente se desenvolve, que segundo a Organização Internacional de Trabalho, constitui uma profissão de risco físico e mental, fruto do stress que a mesma comporta, geradora de “burnout”, espelho dos problemas com que os docentes se confrontam no dia-a-dia, resultantes também da insatisfação pela sobrecarga de tarefas colocadas sobre os educadores e professores. 7.      Exigir soluções dignas para desempenho profissional dos Educadores e, atenta a especial complexidade das funções que hoje lhes são atribuídas, nomeadamente, em termos de organização do tempo de trabalho, da dimensão e conteúdo das componentes letiva e não letiva e de trabalho individual, do exercício das funções de direção de turma e das funções de coordenação de órgãos pedagógicos, do número de alunos e do número de níveis e turmas atribuídos; 8.      Encontrar soluções de compensação aos educadores de infância e professores do 1.º ciclo que pelas caraterísticas do exercício em regime de monodocência não podem reduzir a sua componente letiva à semelhança dos seus pares dos restantes ciclos de ensino. 9.      Exigir que os Professores de EPE (Ensino Português no Estrangeiro) possam ser opositores aos concursos em território nacional em primeira prioridade; 10.   Exigir, uma vez mais, a assunção concreta e séria de uma calendarização negocial integrando as diferentes matérias aqui consignadas e que sobre estas sejam determinados os respetivos processos de audição e negociação tão urgentemente quanto possível.   No sentido de apoiar este conjunto de reivindicações essenciais, os Educadores e Professores aqui reunidos consideram que os Sindicatos da FNE devem   11.   Solicitar uma reunião com caráter de urgência ao Ministro da Educação, para garantir o direito de todos os Docentes à progressão em carreira a partir de 1 de janeiro de 2018, com a consideração de todo o tempo de serviço congelado; 12.   Promover a entrega de um documento que integre as reivindicações deste Plenário, ao Ministro da Educação, ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e ao Primeiro-ministro, no dia 20 de outubro de 2017; 13.   Continuar a acompanhar exigentemente o processo de debate do Orçamento de Estado para 2018, e os processos negociais com o Governo, adotando as formas de luta, incluindo a greve, que em cada circunstância forem consideradas ajustadas.   Aveiro, 12 de outubro de 2017   Download da Resolução - PDF Vídeos das intervenções
Adriano Moreira no Futuro da Europa da UGT: “O imprevisto está à espera de uma oportunidade”
Adriano Moreira e António Vitorino foram os dois oradores convidados pela UGT para intervirem na conferência internacional sobre o “Futuro da Europa”, que decorreu na tarde de 11 de outubro de 2017, no auditório daquela confederação, na Ameixoeira, em Lisboa. O evento contou ainda com os três comentadores internacionais Gabriele Bischoff (Presidente do Grupo dos Trabalhadores do CESE e responsável do Departamento de Política Europeia da DGB - Confederação Sindical Alemã), Erich Foglar (Presidente da OGB - Confederação Sindical Austríaca) e Karl-Petter Thorwaldsson (Presidente da LO-Sweden - Confederação Sindical Sueca). Na abertura da conferência, Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT, leu uma mensagem do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sobre o futuro da Europa “entre a economia e o mercado social”. De seguida, o líder da UGT lembrou a importância do diálogo social (DS) para a confederação e sublinhou que “se não formos bem sucedidos nesse capítulo os trabalhadores é que sofrerão as consequências”, concluindo que “estar ao serviço dos trabalhadores é estar ao serviço do país”. Por seu lado, Gonçalo Lobo Xavier (Vice-Presidente do CESE - Conselho Económico e Social Europeu) realçou que uma das coisas que aprendeu na vida é que “a construção da Europa não se pode fazer sem o DS” entre as confederações patronais e os sindicatos e que os parceiros sociais têm um lugar especial no futuro da Europa: “Devemos estar orgulhosos com a história das conquistas europeias e a Europa bem precisa de um DS profícuo e duradouro”, rematou. Coube a João Dias da Silva, Vice-Presidente da UGT e membro do CESE, a introdução dos dois convidados especiais: Adriano Moreira e António Vitorino. Para Adriano Moreira, que fez uma resenha histórica desde o princípio do século XX, a Europa está a precisar de algumas fontes de esperança, salientando que o “imprevisto está à espera de uma oportunidade”. Adriano Moreira recordou os três grandes pioneiros da unificação, Robert Schuman, Konrad Adenauer e Alcide De Gasperi, frisando que vivemos um ambiente obscuro, a que se juntaram, entre outras, as inquietações de Espanha, do Reino Unido, a incerteza de Trump e a questão da Coreia do Norte. “O populismo que varre hoje a Europa é muito perigoso”, avisou Adriano                    Moreira, que citou por duas vezes palavras sábias do Papa Francisco. “O nosso grande problema é que conhecemos as consequências do globalismo, mas não as suas causas. Sofremos muito porque as nossas fronteiras são o globalismo e não a segurança”. Outro grande perigo é que temos que ter uma Ciência com consciência e isso não está a acontecer. E gravíssimo para a Europa “é o facto de os países estarem a apelar à sua memória (vejam-se os casos da Rússia ou da Catalunha) e a fazer renascer os mitos raciais”. Para Adriano Moreira, à míngua de dinheiro no Orçamento de Estado para a defesa, os nossos militares estão a usar a estratégia do Saber (“eles têm publicado estudos brilhantes”) e “o poder do verbo é bem capaz de vencer o verbo do poder”, exprimiu. Por seu lado, António Vitorino realçou que várias questões criaram clivagens que se podem eternizar nos Estados Membros, mas “não há perdedores nem ganhadores permanentes no projeto europeu”, existindo agora um novo folgo com os resultados das eleições em França e na Alemanha. A seu ver, um sólido acordo franco-alemão é essencial para o futuro da Europa, sendo ainda necessário “otimizar o Tratado de Lisboa naquilo que ele permite”, uma vez que para a legitimidade do projeto europeu faz falta a adesão dos cidadãos, da sociedade civil: “Os tecnocratas e o micro-clima de Bruxelas não chegam”, adiantou. A legitimidade, refere António Vitorino, não se esgota no Parlamento Europeu, pois o deficit democrático começa no interior de cada país: “Receio que a narrativa europeia esteja hoje mais centrada nos ganhadores da globalização, e não nos perdedores”. E exemplifica: “Quantos cidadãos europeus beneficiam da tarifa de roaming? Isto é uma questão totalmente irrelevante, que só interessa a uma elite que se move. O futuro da Europa tem que ser o de proteger os cidadãos, mas sem ser protecionista”. António Vitorino citou de seguida quatro fatores críticos para um crescimento de 2%, tão necessário para o modelo social europeu: 1) A população (que requer 25 anos para uma viragem); 2) Um problema de produtividade de empresários e de trabalhadores (para o qual é preciso uma boa concertação social nacional e europeia); 3) Inovação (“a Europa é boa a fazer Ciência com dinheiro, mas não a fazer dinheiro com a Ciência”); e 4) O bom funcionamento do modelo social económico (para o qual são necessários a reforma do Mercado Interno e o reforço da União Económica e Monetária – ambos a requerer um acordo franco-alemão). Outro desafio é o dos migrantes e refugiados. Sobre isto, António Vitorino referiu que a Comissão Europeia tem uma cultura de resolver as coisas sob pressão e o imprevisto gera depois imprevidência: “E o problema”, garantiu, “é que depois temos que andar a correr atrás do prejuízo. E o imprevisto chama-se crise”. Gabrielle Bischoff, Presidente do Grupo dos Trabalhadores do CESE e responsável do Departamento de Política Europeia da DGB (Confederação Sindical Alemã), sublinhou que se não formos bem sucedidos no DS a fatura recai nos trabalhadores, ideia que foi depois reforçada por Erich Foglar, Presidente da OGB (Confederação Sindical Austríaca), que mencionou os perigos e as oportunidades (que teremos que saber aproveitar) da digitalização: “Não temos muito tempo para nos prepararmos e o pior é que não estamos preparados para as mudanças da digitalização, que já estão agora a acontecer, pois não temos nem respostas éticas, nem respostas quanto ao modelo social deste mundo digital”. Karl-Petter Thorwaldsson, Presidente da LO-Sweden (Confederação Sindical Sueca), revelou que 45 % dos suecos acham que o país está no mau caminho, embora tenham boas condições de vida e um crescimento de 4% ao ano: “Aqui é que precisamos da Europa”, salientou. “Os direitos dos trabalhadores devem valer tanto como o direito de mobilidade. Precisamos com grande urgência de dar esperança aos europeus”. O encerramento da conferência da UGT sobre “O Futuro da Europa” esteve a cargo da Secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias, e de Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT.
Iniciativas do Dia Mundial do Professor 2017
Sindicatos de Professores da FNE realizam dezenas de iniciativas no âmbito da campanha #obrigadoprofessor para comemorar o Dia Mundial do Professor 2017. SPZN Viana do Castelo No dia 3 de outubro de 2017, pelas 17:00h, na sede da UGT – Viana do Castelo, o Secretariado Regional do SPZN de Viana do Castelo, promove uma reunião, seguida de cerimónia para oficializar a semana de comemoração do Dia Mundial do Professor. Nesta ocasião pretende-se refletir sobre o papel do Professor nos dias de hoje, pelo que contará com a presença do Prof. Rómulo de Carvalho, ex Delegado Escolar e do Dr. Rui Teixeira – Diretor do IPVC, homens com grande visão do passado e do presente. Pintura de Murais No âmbito da Comemoração do Dia Mundial do Professor, o SPZN Viana do Castelo, organiza outras atividades, das quais destacamos a pintura de dois murais, pelos alunos e professores das seguintes escolas: - Centro Escolar de Vilar de Mouros dia 4 de outubro - EB23/S de Vila Nova de Cerveira, dia 6 de outubro Monção - Centro Escolar de Valença dia 3 às 11horas - Escola Secundária de Monção  dia 4 de Outubro 10h30 m. Ponte de Lima - Agrupamento de Escolas de Arcozelo, no dia 3 às 15h - Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, no dia 4 às 10h. Bragança - Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro – 4 outubro (manhã) - Agrupamento de Escolas D. Afonso III – Vinhais – 4 outubro (manhã) - Agrupamento de Escolas Emídio Garcia – 4 outubro (manhã) - Agrupamento de Escolas Miguel Torga – 4 outubro (tarde) Mirandela - a informar brevemente… Vila Real - Agrupamento de Escolas de Murça - 2 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas de Alijó - 2 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas de Sabrosa - 2 outubro (Tarde) - Agrupamento de Escolas Diogo Cão - Vila Real - 3 outubro (Manhã) - Escola Secundária S. Pedro - Vila Real - 3 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas do Peso da Régua - 3 outubro (Tarde) - Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto - 4 outubro (Manhã) Chaves - Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar – 4 outubro - Escola Básica Integrada  de Pedras Salgadas – 4 outubro - Agrupamento de Escolas de Boticas – 6 outubro Braga - EB 23 André Soares - Braga; - Câmara Municipal de Braga; - Escola Secundária Carlos Amarante- Braga; - Escola EB23 de Tadim - Braga; - Escola EB 23 de Celeirós - Braga; - Escola Secundária Sá de Miranda - Braga; - Escola Secundária de Maximinos - Braga; - EB23 Francisco Sanches - Braga, - Escola Secundária de Amares, - Câmara Municipal de Amares; - Escola Secundária de Vila Verde, - EB23 de Moure - Vila Verde, - Escola secundária das Taipas - Guimarães; - EB 23 Arqueólogo Mário Cardoso - Guimarães; - EB23 D. Afonso Henriques, Guimarães; - EB23 Gonçalo Nunes, Barcelos; - EB23 Vale do Tamel, Barcelos; - EBS Vieira de Araújo, Vieira do Minho. Vila Nova de Famalicão  O SPZN de Famalicão convida todos os senhores Diretores dos Agrupamentos de Escolas do concelho, Escolas Profissionais, Escolas do Ensino Particular e Cooperativo, professores, pais e demais comunidade educativa a estarem presentes na cerimónia comemorativa do Dia Mundial do Professor. A iniciativa decorre na Câmara Municipal de Famalicão, no dia 4 de outubro, pelas 17 horas. O programa consta do seguinte: - Intervenção do responsável pela Delegação do SPZN Famalicão, Artur Silva - Intervenção do Senhor Presidente da Câmara  Municipal de Famalicão, Dr. Paulo Cunha - Hastear da bandeira alusiva ao Dia Mundial do Professor Fafe - a informar brevemente… Porto - Agrupamento de Escolas Garcia da Orta (Sede) – Porto - 2 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas de Ermesinde (Sede) – Valongo - 3 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas de Matosinhos (Sede) - 3 outubro (Manhã) - Agrupamento de Escolas de Águas Santas (Sede) – Maia - 3 outubro (Tarde) - Agrupamento de Escolas Dr. Castro Matos (Sede) – V.N. Gaia - 4 outubro (Manhã) - Escola Básica da Marinha – Silvalde – Espinho - 4 outubro (Manhã) - Esc. Básica da Lomba – Paramos – Espinho - 4 outubro (Tarde) - Agrupamento de Escolas Campo (Sede) - 4 outubro (Tarde) - Escola Secundária Paços de Ferreira - 6 outubro (Manhã) Póvoa de Varzim - Centro Escolar de Mindelo - 3 outubro (Manhã) - EB 2.3 Maria Pais Ribeiro -3 outubro (Tarde) - EB 2.3 Cego do Maio - 6 outubro (Manhã) Penafiel - Agrup. Escolas de Alpendurada – Marco Canaveses - 2 outubro (Manhã) - Agrup. Esc. Penafiel Sudeste – Penafiel - 3 outubro (Manhã) - Agrup. Escolas da Lixa – Felgueiras - 4 outubro (Manhã) - Agrup. Esc. D. Manuel Faria e Sousa – Felgueiras - 6 outubro (Manhã) Aveiro / Santa Maria da Feira - Agrupamento de Escolas de Esmoriz/Ovar Norte - 2 de outubro às 10h30m; - Agrupamento de Escolas de Búzio - Vale de Cambra - 3 de outubro às 10h30m; - Agrupamento de Escolas Serafim Leite - S. João da Madeira - 4 de outubro às 10h30m; - Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa - Santa Maria da Feira - 6 de outubro às 10h30m.    SDPGL Hastear da bandeira do Dia Mundial do Professor, nas seguintes escolas e locais:   Dia 2 de outubro Escola Secundária do Cartaxo  - 9 horas EB2, 3 D. João II  - Santarém  - 10h EB2, 3 de Marinhais  - 10:30h Escola Secundária Emídio Navarro, Almada -11h Escola Secundária Cacilhas-Tejo – 16h Dia 3 de outubro Escola Secundária Artur Gonçalves - Torres Novas   - 10h Escola Secundária do Entroncamento – 11:30h Escola Secundária de Gago Coutinho - Alverca do Ribatejo – 10:30h Dia 4 de outubro AE D. António de Ataíde – Vila Franca de Xira - 10h Outras Atividades alusivas à campanha “obrigado Professor” Dia 4 de outubro AE Nuno Gonçalves – 12h Dia 6 de Outubro Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - APPACDM – Setúbal – 14:00h SPZC Pampilhosa da Serra Agrupamento de Escolas Escalada -Pampilhosa da Serra Góis Agrupamento de Escolas de Góis Penela Agrupamento de Escolas Infante D. Pedro Cantanhede Agrupamento de Escolas de Cantanhede Condeixa Agrupamento de Escolas de Condeixa Soure Agrupamento de Escolas Martinho Áries Figueira da Foz Escola Secundária Joaquim de Carvalho Agrupamento de Escolas do Paião Mira Agrupamento Escolas de Mira Oliveira do Hospital Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital Escola Profissional de Oliveira do Hospital Montemor-o-Velho Escola Profissional   CALDAS DA RAINHA Agr. Escolas de Colmeias Agr. Escolas José Saraiva Agr. Escolas D. João II Agr. Escolas Josefa de Óbidos   ZONA DA GUARDA Celorico da Beira, Trancoso; Fornos de Algodres. Agrup. Escolas Sé e  Agrup. Escolas Afonso Albuquerque, na Guarda   AVEIRO Agrupamento de Escolas de Esgueira Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação Agrupamento de Escolas de Vagos Escola Profissional de Vagos   TOMAR Agrupamento de escolas de Santa Maria, Tomar; Agrupamento de Escolas Templários, Tomar; Agrupamento de Escolas de Ourém, Ourém; Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere, Ferreira do Zêzere.   CASTELO BRANCO Agrupamentos: - Escolas Afonso de Paiva - EBI Afonso de Paiva (1) / Castelo Branco - Amato Lusitano - ES/3 Amato Lusitano (1) / Castelo Branco - EBI João Roiz de C. Branco (1) / Castelo Branco - Nuno Álvares - ES/3 Nuno Álvares (1) / Castelo Branco - EBI Cidade de C. Branco (1) / Castelo Branco - EBI Dr. António Sena Faria Vasconcelos (1) / Castelo Branco     SDPSUL   Dirigentes do SDPSul visitam, ao longo da semana de 2 a 6 de outubro, diversas escolas no âmbito da campanha #obrigadoprofessor e da celebração do Dia Mundial do Professor. Será hasteada, a bandeira do Dia Mundial do Professor, nas seguintes escolas: Évora - Escola Secundária Severim de Faria - Escola Secundária André de Gouveia - Escola Conde de Vilalva Faro - EBIJI do Montenegro - Escola Básica Dr. José de Jesus Neves Júnior - Escola básica Dr.Joaquim Rocha Peixoto Magalhães - Escola Básica Nº 1 de Grândola. Serão ainda hasteadas bandeiras em escolas dos concelhos de Beja e Portalegre. No dia 4 de outubro de 2017, terá lugar em Évora um jantar comemorativo, destinado a todos os dirigentes e associados do sdpsul, que queiram participar.       SDPA     Summit Educacional 2017 SDPA Ciclo de Conferências - 6 e 7 de outubro no Auditório do Ramo Grande na Praia da Vitória       AS AÇÕES PODEM SER ACOMPANHADAS ATRAVÉS DA PÁGINA DE INTERNET www.obrigadoprofessor.pt   E DA PÁGINA DE FACEBOOK https://www.facebook.com/obrigadoprof    
Mensagem conjunta por ocasião do Dia Mundial dos Professores 2017
Os professores são um fundamento crítico da força a longo prazo de cada sociedade - proporcionando aos filhos, aos jovens e aos adultos o conhecimento e as competências que precisam para cumprir o seu potencial. Mas em todo o mundo, muitos professores não têm a liberdade e o apoio que precisam para realizar os seus trabalhos, de tão vital importância. É por isso que o tema do Dia Mundial dos Professores deste ano - "Ensinar com Liberdade, Capacitar os Professores" - reafirma o valor dos professores capacitados e reconhece os desafios que muitos enfrentam na sua vida profissional em todo o globo. Ser um professor capacitado significa ter acesso a uma formação de alta qualidade, salários justos e oportunidades contínuas para o desenvolvimento profissional. Também significa ter a liberdade de apoiar o desenvolvimento dos currículos nacionais - e a autonomia profissional para escolher os métodos e abordagens mais adequados que possibilitem uma educação mais efetiva, inclusiva e equitativa. Além disso, significa ser capaz de ensinar em segurança e proteção, em tempos de mudança política, instabilidade e conflito. Mas em muitos países, a liberdade académica e a autonomia dos professores estão sob coação. Por exemplo, no ensino primário e secundário de alguns países, regimes rígidos de prestação de contas colocaram sobre as escolas uma enorme pressão sobre os resultados em testes padronizados, ignorando a necessidade de garantir um currículo abrangente, que atenda às diferentes necessidades dos alunos.  A liberdade académica é fundamental para os professores em todos os níveis de educação, mas é especialmente fundamental para os professores do ensino superior, apoiando a sua capacidade de inovar, explorar e manter-se atualizado sobre as últimas pesquisas pedagógicas. No ensino pós-secundário, os professores são frequentemente contratados em regime de precariedade. Isso, por sua vez, resulta em maior insegurança no emprego, perspetivas de carreira diminuídas, maior carga de trabalho e salários mais baixos – que restringem a liberdade académica e prejudicam a qualidade da educação, que os professores podem assegurar. Em todos os níveis de educação, a pressão política e os interesses económicos podem restringir a capacidade dos educadores de ensinar em liberdade. Os professores que vivem e trabalham em países e comunidades afetados por conflitos e instabilidade muitas vezes enfrentam desafios maiores, incluindo uma intolerância crescente, discriminação e restrições relacionadas com a pesquisa e o ensino.  Este ano assinala o aniversário dos 20 anos da Recomendação da UNESCO de 1997 relativa à Condição do pessoal docente do ensino superior, que complementa a Recomendação UNESCO / OIT de 1966 sobre o Estatuto dos Professores. Juntos, estes instrumentos constituem o principal marco de referência dos direitos e responsabilidades dos professores e educadores. Ambos realçam a importância da autonomia docente e da liberdade académica na construção de um mundo em que a educação e a aprendizagem sejam verdadeiramente universais. À medida que o mundo trabalha em conjunto para realizar a visão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDG, em inglês), apelamos aos nossos parceiros nos governos, nos setores educativos e nos privados para se comprometerem a construir uns profissionais da educação altamente qualificados, valorizados e capacitados. Isto é indispensável para a realização do SDG 4, que prevê um mundo no qual todas as crianças, jovens, mulheres e homens tenham acesso a uma educação de qualidade e a oportunidades de aprendizagem ao longo da vida.    Isto significa garantir condições de trabalho dignas e salários justos para todos os professores, incluindo o ensino superior. Significa proporcionar aos professores formação e desenvolvimento. Significa aumentar o número de professores de qualidade, especialmente nos países com grande número de professores inexperientes. Significa remover restrições desnecessárias na pesquisa e ensino e  defender a liberdade académica em todos os níveis educacionais. Finalmente, significa valorizar o estatuto dos professores em todo o mundo, de uma maneira que honre e reflita o impacto que eles têm na força da sociedade. Neste Dia Mundial dos Professores, junte-se a nós para capacitarmos os professores a ensinarem em liberdade, para que - por sua vez - cada criança e cada adulto seja livre para aprender - em benefício de um mundo melhor.   Irina Bokova - Diretora Geral da UNESCO Guy Ryder - Diretor-geral da OIT Anthony Lake - Diretor Executivo da UNICEF Achim Steiner - Administrador do PNUD Fred van Leeuwen - Secretário-Geral da Internacional da Educação Mensagem conjunta por ocasião do Dia Mundial dos Professores 2017 Ensinar com liberdade, capacitar os professores 5 de outubro de 2017  
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Particular
CCT com a CNEF: um marco histórico no sindicalismo da Educação
2017-07-26
CCT com a CNEF: um marco histórico no sindicalismo da Educação
A FNE celebrou, no passado dia 21 de julho, um acordo de Contrato Coletivo de Trabalho histórico com a CNEF (Confederação Nacional da Educação e Formação).

O acordo abrange pela primeira vez todos os trabalhadores docentes e não docentes de todo o setor privado da educação, regulando as condições de trabalho do ensino particular e cooperativo e das escolas profissionais.

Foi na necessidade sentida, de há mais de vinte anos, em regular as condições de trabalho dos profissionais da educação das escolas profissionais que se centrou o esforço da FNE e dos seus sindicatos.

Os trabalhadores docentes e não docentes afetos ao ensino profissional viviam, há mais de duas décadas, uma situação de incerteza, de insegurança, de precariedade e de ausência de expetativas no acesso a uma carreira profissional ajustada ao conteúdo funcional.

A FNE está consciente de que este contrato coletivo de trabalho não é o ideal mas é o possível num quadro de constrangimentos orçamentais por parte do Estado na comparticipação dos cursos profissionais, por um lado e, por outro, na fragilidade económica e financeira de muitas das escolas privadas que ficaram sem contrato de associação e que procuram reestruturar-se para evitar o seu encerramento, com todas as consequências sociais que daí advêm.

Foi neste quadro de fragilidade que afeta o setor privado da educação que foi possível encontrar soluções de compromisso que permitam, por um lado, ir ao encontro das expetativas e segurança dos trabalhadores e, por outro, viabilizar o funcionamento futuro de muitas escolas de direito privado.

Este novo contrato coletivo contém, ainda, a particularidade de mobilizar todos os trabalhadores para a valorização da contratação coletiva em Portugal, não ficando esta apenas concentrada na mão dos sindicalizados que através dos seus sindicatos suportam a totalidade dos custos da negociação coletiva.

Em suma, os trabalhadores não sindicalizados que pretendam aderir à nova convenção coletiva de trabalho do setor privado da educação terão que contribuir obrigatoriamente para usufruírem da legítima proteção e segurança no trabalho dentro das escolas em que se encontram colocados com um vínculo laboral.

José Ricardo
Vice Secretário geral da FNE