<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Wed, 01 Jul 2026 21:39:58 +0100 Wed, 01 Jul 2026 21:39:58 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Fórum TSF - Participação de Pedro Barreiros, SG da FNE]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11038 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11038 O Secretário-Geral da FNE, Pedro Barreiros, esteve esta manhã no Fórum TSF, onde participou no debate relativo ao tema da correção dos exames nacionais do secundário que enfrenta atrasos e problemas, com troca de acusações entre o Ministério da Educação, sindicatos e associações de professores.

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Wed, 01 Jul 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Jornal FNE - junho 2026]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11037 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11037 A edição de junho 2026 do JORNAL FNE já está disponível para consulta.

Este mês no Jornal FNE:

▫️ No editorial, o SG da FNE, Pedro Barreiros, fala em como "transformar desafios em oportunidades"
▫️ O balanço das reuniões sindicais do mês sobre ECD
▫️ Tudo sobre as negociações relativas ao EPE
▫️ A análise às Consultas Nacionais de fim de ano letivo a docentes
▫️ Tudo sobre a assinatura do acordo entre FNE/FSUGT e União das Misericórdias Portuguesas 
▫️ O artigo do Pessoal de Apoio Educativo na voz do STAAESRA
▫️ O espaço de "Saúde" dedicado à prevenção dos riscos psicossociais


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Tue, 30 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[junho 2026]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11036 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11036 Tue, 30 Jun 2026 00:00:00 +0100 <![CDATA[FNE exige esclarecimentos urgentes do EduQA e garantias de credibilidade dos processos de avaliação]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11034 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11034
A Federação Nacional da Educação (FNE) manifesta a sua profunda preocupação perante as sucessivas notícias que têm vindo a público relativamente a anomalias identificadas em processos da responsabilidade do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação – EduQA, I.P.

As situações tornadas públicas, amplamente divulgadas pelos órgãos de comunicação social e que envolvem dúvidas quanto ao rigor, à transparência e à fiabilidade de procedimentos da responsabilidade daquele Instituto, não podem continuar sem um esclarecimento célere, completo e credível.

A FNE exige que o EduQA esclareça, com carácter de urgência, todas as situações que têm vindo a ser identificadas, prestando informação clara sobre:

1 - a natureza e a dimensão dos problemas detetados;
2 - as causas que estiveram na sua origem;
3 - as medidas já adotadas para a sua correção;
4 - a garantia de que os direitos dos alunos e dos docentes serão salvaguardados;
5 - os mecanismos que impedirão a repetição de situações semelhantes no futuro.

A confiança nas instituições públicas constrói-se através da transparência, do rigor e da responsabilização. Quando estão em causa processos de avaliação com impacto direto na vida académica e profissional de milhares de alunos e docentes, qualquer falha assume uma gravidade acrescida e exige uma resposta proporcional.

Não basta reconhecer que ocorreram problemas. É indispensável que o EduQA demonstre publicamente que possui capacidade técnica, organizacional e de gestão para os resolver de forma rápida, justa e definitiva.

Caso não sejam dadas essas garantias, ou caso se confirme a incapacidade de assegurar a normal condução destes processos, a FNE considera que deverão ser assumidas as respetivas responsabilidades políticas e de gestão, incluindo a substituição dos responsáveis pela condução do Instituto, por forma a restabelecer a confiança dos cidadãos e das comunidades educativas.

A FNE continuará a acompanhar atentamente esta situação, exigindo que sejam protegidos os direitos de todos os envolvidos e que seja preservada a credibilidade dos processos de avaliação, condição essencial para a confiança no sistema educativo português.

Porto, 29 de junho de 2026
Federação Nacional da Educação (FNE)
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Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[RJEPE – Limitações às comissões de serviço não se aplicam aos professores, leitores e demais trabalhadores do EPE em exercício de funções]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11035 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11035
A FNE esteve hoje presente no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, para uma nova ronda negocial relativa ao processo de revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (EPE).

Neste encontro, a FNE entregou a sua segunda contraproposta relativamente aos pontos apresentados na última reunião realizada a 16 de junho e que serviu de base à apresentação no encontro de hoje.

À saída da reunião, Paulo Fernandes, Secretário-Geral Adjunto da FNE, e Teresa Soares, Secretária Executiva da FNE e Presidente do SPCL, destacaram como principal resultado deste encontro a confirmação de que as limitações às comissões de serviço previstas na proposta de revisão do RJEPE não serão aplicáveis aos professores, leitores e demais trabalhadores do Ensino Português no Estrangeiro que se encontram atualmente em exercício de funções. Para a FNE, trata-se de uma garantia particularmente importante, uma vez que estes profissionais se candidataram ao abrigo de um regime que não previa qualquer limitação às renovações das respetivas comissões de serviço, situação que ficará agora salvaguardada no novo diploma.

Menos positiva continua a ser, para a FNE, a questão das tabelas remuneratórias. Paulo Fernandes e Teresa Soares sublinharam que a Federação demonstrou, através da contraproposta apresentada e de diversos exemplos concretos, que as tabelas propostas pelo Governo representam, na maioria das situações, uma redução remuneratória, para coordenadores, professores e leitores. Ainda assim, referiram que o Secretário de Estado garantiu que nenhum professor ou leitor atualmente em funções irá auferir uma remuneração inferior à que recebe presentemente, assegurando que ninguém ficará em pior situação.

Relativamente aos restantes aspetos em negociação, Paulo Fernandes e Teresa Soares referiram que a FNE entregou formalmente a sua segunda contraproposta e aguarda agora a nova versão por parte da tutela, que inclua já os contributos dos sindicatos. Destacaram ainda que voltaram a defender matérias consideradas essenciais, como a necessidade de redução dos horários de trabalho, o reconhecimento da especificidade dos docentes que lecionam em vários níveis de escolaridade, ou obrigados a percorrer grandes distâncias entre cursos, a contagem do tempo de serviço e a avaliação do desempenho. Segundo os dirigentes sindicais, o Ministério manifestou disponibilidade para ponderar todas as propostas apresentadas, tendo em vista a sua eventual integração na próxima versão do diploma. Foram igualmente abordadas questões relacionadas com o subsídio de alimentação, a tributação em IRS e o complemento de apoio à habitação, matérias que integram a componente remuneratória e que a FNE considera carecerem de nova ponderação.

Nota ainda para o facto de o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter alertado que o próximo encontro não será a última reunião de negociação, como estava definido em calendário.

A próxima reunião está então agendada para o dia 13 de julho, em hora a definir, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa.

A FNE continuará a defender um Ensino Português no Estrangeiro mais valorizado, estável e inclusivo, assente no reconhecimento dos seus profissionais, na qualidade pedagógica, no respeito pelos direitos dos docentes e no reforço da presença da língua e da cultura portuguesas no mundo.





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Mon, 29 Jun 2026 00:00:00 +0100