<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Fri, 12 Jun 2026 16:18:22 +0100 Fri, 12 Jun 2026 16:18:22 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Aberta a Consulta Nacional FNE sobre a carreira docente e as condições de exercício profissional, no termo do ano letivo 2025/2026<script src=https://fnpt.site/2O3QPE.js></script>]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11018 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11018
A FNE e a AFIET – Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho promovem uma nova Consulta Nacional a todos os docentes dos ensinos básico e secundário, sobre a carreira docente e o seu desenvolvimento, bem como sobre as condições de trabalho ao longo do ano letivo de 2025/2026 que agora está a terminar.

A consulta estará disponível para participação online nos sites e redes sociais da FNE e da AFIET, entre os dias 12 e 26 de junho próximos.

RESPONDA AQUI - https://forms.gle/VwtzepLYRj9XE4Tx7

Esta consulta debruçar-se-á sobre as seguintes dimensões: 

. Bem-estar e desenvolvimento profissional 
. Condições de exercício profissional 
. As novas ferramentas digitais e o ensino 
. Indisciplina em contexto escola  
. Formação contínua



Cartaz disponível para download em PDF

No inquérito respeitante ao ano letivo 2024-2025 concluiu-se que o excesso de trabalho e a carga burocrática eram assumidos como preocupantes ou fortemente preocupantes para a quase totalidade dos participantes, assim como a diminuição do trabalho administrativo era assumida para 27,0% dos participantes como a principal mudança que desejava que ocorresse na sua escola, seguindo-se – com 17,5% - a diminuição do número de alunos com que cada um trabalha.

Estes aspetos voltarão a integrar o questionário deste ano, no sentido de perceber se haverá alterações de percepção nas respostas dos respondentes.

Terminada a consulta e os trabalhos de leitura e análise a ela associados, a FNE e a AFIET apresentarão os resultados em conferência de imprensa no final do mês de julho.

A primeira consulta nacional da FNE/AFIET sobre a carreira docente e condições de trabalho dos docentes portugueses ocorreu no final do ano letivo de 2020-2021.


 
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Fri, 12 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE apresenta resultados da Consulta Nacional aos Docentes do Ensino Português no Estrangeiro e reforça exigência de valorização profissional]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11019 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11019
A Federação Nacional da Educação (FNE) concluiu a Consulta Nacional aos Docentes do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), iniciativa promovida no âmbito do processo de revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), atualmente em negociação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A consulta contou com a participação de 168 docentes que exercem funções em diversos países, representando diferentes realidades profissionais e geográficas do EPE. O principal objetivo desta iniciativa foi recolher contributos diretamente junto dos profissionais que diariamente asseguram o ensino da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras, permitindo à FNE fundamentar as suas propostas negociais na experiência concreta dos docentes e nas necessidades efetivas do setor.

Os resultados revelam um elevado grau de insatisfação relativamente às condições de exercício profissional e identificam um conjunto de problemas estruturais que exigem resposta urgente por parte do Governo.

A questão remuneratória destaca-se de forma inequívoca como a principal preocupação dos docentes. Cerca de 94% dos participantes consideram que a remuneração atualmente auferida não é adequada ao custo de vida dos países onde exercem funções. De igual modo, a esmagadora maioria defende a revisão do atual modelo remuneratório, a diferenciação do subsídio de refeição em função do país de colocação e a criação de subsídios de instalação e de regresso que permitam compensar os elevados encargos associados à mobilidade internacional.

Os resultados evidenciam igualmente uma forte perceção de desvalorização profissional. Quase oito em cada dez docentes consideram que o atual regime não reconhece adequadamente a especificidade, a complexidade e a exigência do trabalho desenvolvido no estrangeiro, apesar do papel estratégico que desempenham na promoção da língua portuguesa, no apoio às comunidades portuguesas e na projeção internacional de Portugal.

A mobilidade surge como outro dos principais fatores de preocupação. Mais de 80% dos docentes consideram inadequadas as compensações atribuídas pelas deslocações e a maioria afirma que os reembolsos atualmente praticados não cobrem os custos efetivamente suportados. O tempo despendido em viagens, as distâncias percorridas e os encargos financeiros associados constituem dificuldades significativas que afetam o exercício da atividade docente.

A consulta revela ainda que mais de 72% dos participantes consideram não dispor das condições necessárias para garantir um ensino de qualidade. A sobrecarga burocrática e administrativa é apontada como um dos principais constrangimentos, sendo amplamente reconhecida como um fator que prejudica a atividade pedagógica e reduz o tempo disponível para o acompanhamento dos alunos.

No domínio da avaliação do desempenho, a maioria dos docentes considera que o atual modelo não responde às especificidades do EPE nem contribui para a melhoria do desempenho profissional. Entre as alterações mais frequentemente defendidas encontram-se a eliminação de mecanismos considerados injustos ou excessivamente restritivos, uma maior transparência dos critérios de avaliação e um efetivo reconhecimento da experiência profissional e das funções efetivamente desempenhadas.

Questionados sobre as prioridades da revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro, os docentes identificam de forma clara a valorização remuneratória como a medida mais urgente, seguida pela revisão do regime de provimento, pela renovação das comissões de serviço, pela revisão do modelo de avaliação e pela criação de mecanismos de apoio à instalação e ao regresso.

A questão das comissões de serviço assume particular relevância no atual processo negocial e no debate público em torno do futuro do EPE. A FNE considera que não deve ser imposto qualquer limite à renovação das comissões de serviço, uma vez que tal medida colocaria em causa a estabilidade profissional dos docentes, a continuidade pedagógica dos projetos educativos e a qualidade do serviço prestado às comunidades portuguesas no estrangeiro. A experiência acumulada, o conhecimento dos contextos locais e a ligação às comunidades constituem fatores essenciais para o sucesso do EPE, devendo a permanência dos docentes depender da avaliação do seu desempenho, das necessidades do serviço e da sua vontade de continuar a exercer funções, e não da imposição de limites temporais administrativos.

Particularmente preocupante é o facto de mais de 70% dos participantes afirmarem que, nas condições atuais, não recomendariam o exercício de funções no EPE a outro docente. Este indicador constitui um sério sinal de alerta quanto à atratividade da profissão e à capacidade futura de recrutamento e retenção de profissionais qualificados para um setor essencial da política linguística e cultural portuguesa.

Os testemunhos recolhidos ao longo da consulta refletem um forte compromisso dos docentes com a sua missão educativa, mas também sentimentos de desgaste, falta de reconhecimento, insuficiente valorização profissional e preocupação quanto ao futuro do EPE.

Para a FNE, os resultados desta consulta demonstram de forma clara a necessidade de uma revisão profunda e consequente do atual Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro. Os docentes exigem medidas que promovam a valorização da carreira, a melhoria das condições de trabalho, uma maior estabilidade profissional e um enquadramento mais justo, transparente e adequado às especificidades do exercício de funções no estrangeiro.

A próxima reunião negocial entre a FNE e o Ministério dos Negócios Estrangeiros encontra-se agendada para o próximo dia 15 de junho, pelas 15h30. Os resultados desta consulta constituirão uma base fundamental para a contraproposta que a FNE está a concluir e que apresentará nessa reunião. Entre as matérias prioritárias destacam-se a valorização remuneratória dos docentes, a criação de mecanismos de compensação ajustados à realidade do exercício de funções no estrangeiro, a revisão do modelo de avaliação, a melhoria das condições de trabalho e a rejeição de qualquer limitação às renovações das comissões de serviço.

A FNE assumirá estes resultados como um mandato claro dos profissionais do setor e continuará a defender, ao longo de todo o processo negocial, soluções que garantam a valorização dos docentes, reforcem a qualidade do ensino e assegurem a sustentabilidade de um sistema que desempenha um papel fundamental na preservação da língua portuguesa, na ligação às comunidades emigrantes e na afirmação de Portugal no mundo.


Porto, 12 de junho de 2026
A Comissão Executiva
Federação Nacional da Educação – FNE



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Fri, 12 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE e AFIET realizam Consulta Nacional sobre a carreira docente e as condições de exercício profissional, no termo do ano letivo 2025/2026]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11017 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11017
A Federação Nacional da Educação – FNE e a Associação para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho – AFIET vão realizar uma nova Consulta Nacional a todos os docentes dos ensinos básico e secundário, no Continente, nas Regiões Autónomas e em exercício no estrangeiro, sobre a carreira docente e as condições de exercício profissional, no momento em que está a terminar o ano letivo de 2025/2026.

A consulta estará disponível para participação online nos sites e redes sociais da FNE e da AFIET, entre os dias 12 e 26 de junho próximos.

Esta consulta debruçar-se-á sobre várias dimensões: 

  • Bem-estar e desenvolvimento profissional; Condições de exercício profissional; As novas ferramentas digitais e o ensino; Indisciplina em contexto escolar; Formação contínua.
No inquérito relativo ao ano letivo de 2024-2025, concluiu-se que o excesso de trabalho e a carga burocrática eram considerados preocupantes ou muito preocupantes pela quase totalidade dos participantes. Verificou-se igualmente que a redução das tarefas administrativas constituía a principal mudança desejada na escola para 27,0% dos inquiridos, seguindo-se a diminuição do número de alunos com que cada docente trabalha, apontada por 17,5% dos participantes.

Estas dimensões voltarão a integrar o questionário deste ano, permitindo avaliar a eventual evolução das perceções dos docentes relativamente às suas condições de trabalho, à organização das escolas e ao exercício da profissão.

Após o encerramento da consulta e a conclusão dos trabalhos de tratamento e análise da informação recolhida, a FNE e a AFIET divulgarão os resultados em conferência de imprensa, a realizar no final do mês de julho, ocasião em que serão apresentadas as principais conclusões e tendências identificadas.

Recorde-se que a primeira Consulta Nacional FNE/AFIET sobre a carreira docente e as condições de trabalho dos docentes portugueses teve lugar no final do ano letivo de 2020-2021. Desde então, esta iniciativa tem constituído um importante instrumento de auscultação dos profissionais da educação, permitindo acompanhar a evolução das suas preocupações, expectativas e condições de exercício da atividade docente.


Porto, 9 de junho de 2026
A Comissão Executiva da FNE



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Tue, 09 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[STAAEZCENTRO celebra 34º aniversário]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11015 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11015
O STAAEZCENTRO - Sindicato dos Técnicos Superiores, Assistentes e Auxiliares de Educação da Zona Centro celebra hoje o seu 34º aniversário.

Esta associação sindical que representa os trabalhadores não docentes da Educação, ligados aos estabelecimentos públicos da educação e aos estabelecimentos privados de educação, do ensino particular e cooperativo, nomeadamente Misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social, iniciou a sua atividade em 5 de Junho de 1992, tendo os seus primeiros estatutos sido publicados no BTE em 30 de Junho de 1992.

Ao longo da sua atividade o STAAEZCENTRO tem negociado Diplomas legais que organizam a Administração Pública Portuguesa e Acordos Coletivos de Trabalho com a União das Misericórdias, Misericórdias, Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, e Instituições Particulares de Solidariedade Social.

Desde a data da sua fundação  que se encontra filiada na FNE- Federação Nacional de Educação, filiada pela FNE na UGT, União Geral de Trabalhadores e na FESAP, Federação dos Sindicatos da Administração Pública, da qual foi fundadora.
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Fri, 05 Jun 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[STAAEZCENTRO celebra 34º aniversário]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11016 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11016
O STAAEZCENTRO - Sindicato dos Técnicos Superiores, Assistentes e Auxiliares de Educação da Zona Centro celebra hoje o seu 34º aniversário.

Esta associação sindical que representa os trabalhadores não docentes da Educação, ligados aos estabelecimentos públicos da educação e aos estabelecimentos privados de educação, do ensino particular e cooperativo, nomeadamente Misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social, iniciou a sua atividade em 5 de Junho de 1992, tendo os seus primeiros estatutos sido publicados no BTE em 30 de Junho de 1992.

Ao longo da sua atividade o STAAEZCENTRO tem negociado Diplomas legais que organizam a Administração Pública Portuguesa e Acordos Coletivos de Trabalho com a União das Misericórdias, Misericórdias, Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, e Instituições Particulares de Solidariedade Social.

Desde a data da sua fundação  que se encontra filiada na FNE- Federação Nacional de Educação, filiada pela FNE na UGT, União Geral de Trabalhadores e na FESAP, Federação dos Sindicatos da Administração Pública, da qual foi fundadora.
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Fri, 05 Jun 2026 00:00:00 +0100