<![CDATA[Noticias]]> https://fne.pt Sat, 20 Jan 2018 21:02:53 +0000 Sat, 20 Jan 2018 21:02:53 +0000 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Sindicatos da Educação deixam aviso ao Governo]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8148 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8148 As dez estruturas sindicais reunidas assumiram exigências ao Ministério da Educação (ME) e ao Governo, deixando o alerta de que não vão permitir que aquilo que foi acordado na Declaração de Compromisso de 18 de novembro de 2017 seja agora negado. Para as estruturas sindicais, a postura negocial da Tutela "é ditatorial".

Exige-se a reabertura de negociações relativas ao acesso ao 5º e 7º escalões da carreira, já dadas por terminadas, embora sem aceitação dos sindicatos, e do reposicionamento de um grupo de professores que entrou na carreira já depois do congelamento das carreiras na função pública, avisando ainda que a postura do Governo tem que se alterar e honrar aquilo que ficou estabelecido no Compromisso.

As várias reuniões que se seguem com o ME sobre o tema das carreiras são vistas pelos Sindicatos como oportunidades para o Governo mostrar alteração no comportamento negocial e assumir propostas que vão ao encontro do que se assumiu no compromisso. Terminadas estas negociações, os Sindicatos voltam a reunir-se no final de janeiro e caso o Governo não ceda serão analisadas formas de luta que podem passar por greves ou manifestações para mostrar a insatisfação dos Professores.

Lucinda Manuela Dâmaso, Vice Secretária-Geral da FNE, assumiu que as reuniões realizadas com o Ministério ficaram muito aquém do que é exigido e que é muito importante trabalhar o futuro. Num primeiro momento ficou decidido o pedido de uma audiência através de carta aberta ao Primeiro-Ministro, de forma a mostrar as preocupações dos Sindicatos sobre o não-cumprimento do que ficou estabelecido na Declaração de Compromisso. Os Professores não podem ficar quietos a ver a destruição da carreira e é necessário perceber o que estão preparados para fazer para defender uma carreira que muito custou a construir.


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Fri, 19 Jan 2018 00:00:00 +0000
<![CDATA[Ciclo de Conferências 2018 inicia-se dia 20, na Universidade Fernando Pessoa, no Porto]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8146 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8146
Será sobre o tema "Educação e Formação para um desenvolvimento sem desigualdades" que a conversa se irá desenrolar ao longo da manhã, com a sessão de abertura, às 9h30, a estar a cargo do Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, de Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa e de Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT.

Em seguida, às 10h, o convidado Alexandre Quintanilha dará início ao debate que terá como comentadores Rui Leandro Maia (Universidade Fernando Pessoa), Laura Rocha (SPZN/FNE), Paulo Silva (UGT Porto) e Bernardino Pacheco (SPZN/FNE).

Pelas 11h40 Miguel Angel Zabalza, o outro conferencista convidado, tomará a palavra para liderar a conversa que será comentada por Manuela Diogo (SPZN/FNE), Manuela Brito (UGT Porto), Pedro Barreiros (SPZN/FNE) e Susana Marinho (Universidade Fernando Pessoa).

Após este debate dar-se-á a sessão de encerramento que fica a cargo de Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT e de Clara Quental, Presidente da UGT-Porto.

Esta é a primeira Conferência do Ciclo de Conferências que vai percorrer o país durante o ano de 2018 e que pretende debater sob os vários pontos de vista, formas da Educação combater as falhas sociais que proporcionam desigualdades e que fatores podem ser melhorados de forma a minimizar essa diferença existente.

São muitos os desafios e a importância da decisão certa no momento da escolha das soluções perante as novas tendências educacionais, pode ser decisivo para o futuro. Discutir o papel da Educação e da Formação na procura pela igualdade é, portanto, o grande mote destas conversas a que iremos assistir durante 2018.

Os participantes estarão disponíveis no final da conferência para declarações à comunicação social, nomeadamente o Secretário-Geral da FNE e o Secretário-Geral da UGT.

Porto, 18 de janeiro de 2018

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Thu, 18 Jan 2018 00:00:00 +0000
<![CDATA[Vice Secretária-Geral da FNE, Lucinda Manuela Dâmaso]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8147 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8147

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Thu, 18 Jan 2018 00:00:00 +0000
<![CDATA[Ciclo de Conferências 2018 inicia-se dia 20, na Universidade Fernando Pessoa, no Porto]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8145 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8145
Será sobre o tema "Educação e Formação para um desenvolvimento sem desigualdades" que a conversa se irá desenrolar ao longo da manhã, com a sessão de abertura, às 9h30, a estar a cargo do Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, de Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa e de Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT.

Em seguida, às 10h, o convidado António Nunes dará início ao debate que terá como comentadores Rui Leandro Maia (Universidade Fernando Pessoa), Laura Rocha (SPZN/FNE), Paulo Silva (UGT Porto) e Bernardino Pacheco (SPZN/FNE).

Pelas 11h40 Miguel Angel Zabalza, o outro conferencista convidado, tomará a palavra para liderar a conversa que será comentada por Manuela Diogo (SPZN/FNE), Manuela Brito (UGT Porto), Pedro Barreiros (SPZN/FNE) e Susana Marinho (Universidade Fernando Pessoa).

Após este debate dar-se-á a sessão de encerramento que fica a cargo de Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT e de Clara Quental, Presidente da UGT-Porto.

Esta é a primeira Conferência do Ciclo de Conferências que vai percorrer o país durante o ano de 2018 e que pretende debater sob os vários pontos de vista, formas da Educação combater as falhas sociais que proporcionam desigualdades e que fatores podem ser melhorados de forma a minimizar essa diferença existente.

São muitos os desafios e a importância da decisão certa no momento da escolha das soluções perante as novas tendências educacionais, pode ser decisivo para o futuro. Discutir o papel da Educação e da Formação na procura pela igualdade é, portanto, o grande mote destas conversas a que iremos assistir durante 2018.

Os participantes estarão disponíveis no final da conferência para declarações à comunicação social, nomeadamente o Secretário-Geral da FNE e o Secretário-Geral da UGT.

Porto, 18 de janeiro de 2018

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Wed, 17 Jan 2018 00:00:00 +0000
<![CDATA[Nota à Comunicação Social]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8143 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/8143 CONTRA A SUBVERSÃO DA CARREIRA DOCENTE
ORGANIZAÇÕES SINDICAIS DE DOCENTES EXIGEM, DO ME E DO GOVERNO,
RESPEITO PELOS PROFESSORES E PELO COMPROMISSO ASSUMIDO EM NOVEMBRO


REUNIÃO A REALIZAR EM 17 DE JANEIRO JUNTARÁ, DE NOVO, AS ORGANIZAÇÕES QUE, EM NOVEMBRO, SUBSCREVERAM A DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO

A proposta divulgada pelo Ministério da Educação, de reposicionamento dos docentes retidos no 1.º escalão durante o período de congelamento, mereceu o desacordo de todas as organizações sindicais de docentes. Trata-se de uma proposta destinada a provocar perdas ainda maiores de tempo de serviço, a acentuar desigualdades e que, se fosse o caminho para o reposicionamento, seria fortemente penalizadora.

Nos próximos dias 18 e 19, datas previstas para a ronda negocial seguinte sobre esta matéria, o Ministério da Educação terá a oportunidade de corrigir aquela inqualificável proposta, apresentando uma nova que respeite o objetivo definido para o processo de reposicionamento: colocar os docentes, a quem este se dirige, no mesmo escalão em que se encontram os seus colegas que, com igual tempo de serviço, ingressaram na carreira antes de 2011. FOI ESSE O SENTIDO DO COMPROMISSO QUE, EM 18 DE NOVEMBRO, P.P., GOVERNO E ORGANIZAÇÕES SINDICAIS SUBSCREVERAM.

Esta não é uma proposta isolada, pois, relativamente a outros aspetos de carreira, ainda recentemente o Ministério da Educação impôs um regime de progressão aos 5.º e 7.º escalões que deixa à completa arbitrariedade dos governos a decisão sobre os contingentes anuais de vagas a fixar. Isto, porque não terão de observar quotas mínimas, nem de desenvolver qualquer processo negocial, apesar de se tratar de matéria cuja negociação é obrigatória.

Face à necessidade de alterar quadro tão negativo e de, prevenindo, impedir que este se repita quanto à recuperação de tempo de serviço, AS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS DE DOCENTES QUE, EM NOVEMBRO PASSADO, SUBSCREVERAM A DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO, VÃO REUNIR-SE NO PRÓXIMO DIA 17 (QUARTA-FEIRA), EM LISBOA, A PARTIR DAS 15 HORAS.

Na reunião, as organizações subscritoras da Declaração de Compromisso farão uma avaliação do grau de cumprimento pelo Governo, articularão posições sobre o processo negocial em curso, relativo ao reposicionamento na carreira, definirão princípios a defender no processo global de recomposição da carreira e decidirão sobre eventuais ações e lutas convergentes a desenvolver em defesa da carreira docente, desde logo os docentes a quem o ME nega o direito a um reposicionamento justo na carreira.

As organizações sindicais de docentes defendem um processo de recomposição da carreira que restitua, aos docentes, o direito a nela progredirem e chegarem ao topo nos tempos que a lei estabelece.


ESTA PRIMEIRA REUNIÃO TERÁ LUGAR NO HOTEL OLISSIPO – MARQUÊS DE SÁ
(
AV. MIGUEL BOMBARDA, Nº 130) E, NO FINAL DA MESMA, ÀS 17:30 HORAS,
SERÁ FEITA UMA DECLARAÇÃO DANDO CONTA DAS CONCLUSÕES.



As organizações sindicais


ASPL - FENPROF - FNE - PRÓ-ORDEM - SEPLEU - SINAPE - SINDEP - SIPE - SIPPEB - SPLIU

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Mon, 15 Jan 2018 00:00:00 +0000