<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Thu, 28 May 2026 17:04:10 +0100 Thu, 28 May 2026 17:04:10 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[FNE fez chegar ao MECI um ofício sobre a situação instável e precária do Concurso de vinculação de Técnicos Especializados]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11009 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11009
A Federação Nacional da Educação (FNE) fez chegar esta manhã ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) através do qual demonstra a sua preocupação com os efeitos do concurso de vinculação de Técnicos Especializados nas escolas públicas. 

Segundo a FNE, o processo, apresentado como uma medida de combate à precariedade e de reforço da estabilidade das equipas educativas, está a gerar insegurança e instabilidade entre profissionais e direções escolares.

A Federação alerta para a confusão em torno das regras e critérios do concurso, bem como para o risco de profissionais altamente qualificados, muitos com anos de serviço em funções permanentes, poderem ficar sem colocação. A FNE considera particularmente grave a possibilidade de afastamento de técnicos que asseguram respostas essenciais junto de alunos, famílias e comunidades educativas.

No documento enviado à tutela, a FNE defende que o processo está a produzir efeitos contrários aos anunciados, provocando ansiedade, desorganização e perda de confiança recordando ainda que estes profissionais desempenham funções determinantes em áreas como inclusão, saúde mental e combate ao abandono escolar, alertando para impactos negativos no funcionamento das escolas.

Consulte aqui o ofício enviado esta manhã ao MECI
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Wed, 27 May 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE fez chegar ao MECI um ofício sobre a situação instável e precária do Concurso de vinculação de Técnicos Especializados]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11010 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11010
A Federação Nacional da Educação (FNE) fez chegar esta manhã ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) através do qual demonstra a sua preocupação com os efeitos do concurso de vinculação de Técnicos Especializados nas escolas públicas. 

Segundo a FNE, o processo, apresentado como uma medida de combate à precariedade e de reforço da estabilidade das equipas educativas, está a gerar insegurança e instabilidade entre profissionais e direções escolares.

A Federação alerta para a confusão em torno das regras e critérios do concurso, bem como para o risco de profissionais altamente qualificados, muitos com anos de serviço em funções permanentes, poderem ficar sem colocação. A FNE considera particularmente grave a possibilidade de afastamento de técnicos que asseguram respostas essenciais junto de alunos, famílias e comunidades educativas.

No documento enviado à tutela, a FNE defende que o processo está a produzir efeitos contrários aos anunciados, provocando ansiedade, desorganização e perda de confiança recordando ainda que estes profissionais desempenham funções determinantes em áreas como inclusão, saúde mental e combate ao abandono escolar, alertando para impactos negativos no funcionamento das escolas.

Consulte aqui o ofício enviado esta manhã ao MECI
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Wed, 27 May 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Contratação coletiva exige compromisso e respeito pelo que foi negociado]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11007 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11007
A negociação coletiva é, para a FNE, muito mais do que um exercício formal. Representa um compromisso com os trabalhadores, com a estabilidade das instituições e com a credibilidade das relações laborais no setor da educação. É, igualmente, um espaço de construção de confiança, consolidado ao longo dos anos, mesmo quando as matérias em discussão se revelam particularmente exigentes ou sensíveis.

No passado dia 12 de fevereiro, concluímos, em Lisboa, um ciclo de cinco reuniões negociais com a Confederação Nacional de Educação e Formação (CNEF), iniciado a 19 de novembro de 2025, em S. João da Madeira. Este processo teve como objetivo a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho aplicável ao Ensino Particular e Cooperativo, ao Ensino Profissional, ao Ensino Profissional Artístico e ao Ensino Artístico Especializado, com vigência prevista para os próximos dois anos, a partir de 1 de setembro de 2026.

Ao longo de quatro meses, a delegação da FNE participou neste processo de forma séria, responsável e construtiva, procurando alcançar um acordo que valorizasse efetivamente as carreiras, melhorasse as condições de trabalho e assegurasse uma atualização justa das tabelas salariais e dos mecanismos de progressão.

A FNE apresentou propostas centradas na valorização salarial, na clarificação e transparência do articulado, na melhoria das condições de trabalho e na recuperação faseada do tempo de serviço no ensino profissional. Ao longo das reuniões, foram sendo consolidadas matérias, aproximadas posições e identificadas questões que exigiam validação adicional por parte das entidades envolvidas.

Contudo, em 27 de janeiro de 2026, a FNE recebeu da CNEF um ofício comunicando a suspensão da aplicação do CCT negociado até que o Governo proceda a uma atualização do financiamento, em pelo menos 9%, para o ensino particular e cooperativo com contrato de associação ou de patrocínio, bem como para o ensino profissional financiado e para as escolas profissionais. Foi ainda comunicada a suspensão da aplicação do CCT nos estabelecimentos com contrato de cooperação até que o financiamento por aluno seja atualizado em, pelo menos, 30%.

Desde então, têm sido desenvolvidos esforços por ambas as partes no sentido de encontrar soluções que permitam ultrapassar este impasse. Até ao momento, porém, sem resultados concretos.

A FNE não ignora as dificuldades existentes no setor relativamente ao financiamento público. Contudo, a imposição de condições prévias que inviabilizam a aplicação do que foi negociado, incluindo qualquer atualização salarial a partir de 1 de setembro de 2026, coloca em causa a própria essência da contratação coletiva e compromete a confiança que deve existir entre as partes negociais.

A negociação coletiva nunca foi um processo simples. Ainda assim, sempre assentou no respeito mútuo e na consciência de que, mesmo perante divergências, existia um objetivo comum: encontrar soluções equilibradas e justas.

A FNE continuará a acompanhar este processo com serenidade, responsabilidade e firmeza. Mas não deixará de afirmar, com total clareza, que qualquer caminho que fragilize a aplicação plena do contrato coletivo terá consequências nas relações laborais e na confiança entre as partes.

A defesa da contratação coletiva, da valorização profissional e da dignidade dos trabalhadores da educação não é circunstancial. É estrutural. E continuará a ser um compromisso inabalável da FNE.
 
Porto, 27 de maio de 2026
A Comissão Executiva



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Wed, 27 May 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Contratação coletiva exige compromisso e respeito pelo que foi negociado]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11008 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11008
A negociação coletiva é, para a FNE, muito mais do que um exercício formal. Representa um compromisso com os trabalhadores, com a estabilidade das instituições e com a credibilidade das relações laborais no setor da educação. É, igualmente, um espaço de construção de confiança, consolidado ao longo dos anos, mesmo quando as matérias em discussão se revelam particularmente exigentes ou sensíveis.

No passado dia 12 de fevereiro, concluímos, em Lisboa, um ciclo de cinco reuniões negociais com a Confederação Nacional de Educação e Formação (CNEF), iniciado a 19 de novembro de 2025, em S. João da Madeira. Este processo teve como objetivo a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho aplicável ao Ensino Particular e Cooperativo, ao Ensino Profissional, ao Ensino Profissional Artístico e ao Ensino Artístico Especializado, com vigência prevista para os próximos dois anos, a partir de 1 de setembro de 2026.

Ao longo de quatro meses, a delegação da FNE participou neste processo de forma séria, responsável e construtiva, procurando alcançar um acordo que valorizasse efetivamente as carreiras, melhorasse as condições de trabalho e assegurasse uma atualização justa das tabelas salariais e dos mecanismos de progressão.

A FNE apresentou propostas centradas na valorização salarial, na clarificação e transparência do articulado, na melhoria das condições de trabalho e na recuperação faseada do tempo de serviço no ensino profissional. Ao longo das reuniões, foram sendo consolidadas matérias, aproximadas posições e identificadas questões que exigiam validação adicional por parte das entidades envolvidas.

Contudo, em 27 de janeiro de 2026, a FNE recebeu da CNEF um ofício comunicando a suspensão da aplicação do CCT negociado até que o Governo proceda a uma atualização do financiamento, em pelo menos 9%, para o ensino particular e cooperativo com contrato de associação ou de patrocínio, bem como para o ensino profissional financiado e para as escolas profissionais. Foi ainda comunicada a suspensão da aplicação do CCT nos estabelecimentos com contrato de cooperação até que o financiamento por aluno seja atualizado em, pelo menos, 30%.

Desde então, têm sido desenvolvidos esforços por ambas as partes no sentido de encontrar soluções que permitam ultrapassar este impasse. Até ao momento, porém, sem resultados concretos.

A FNE não ignora as dificuldades existentes no setor relativamente ao financiamento público. Contudo, a imposição de condições prévias que inviabilizam a aplicação do que foi negociado, incluindo qualquer atualização salarial a partir de 1 de setembro de 2026, coloca em causa a própria essência da contratação coletiva e compromete a confiança que deve existir entre as partes negociais.

A negociação coletiva nunca foi um processo simples. Ainda assim, sempre assentou no respeito mútuo e na consciência de que, mesmo perante divergências, existia um objetivo comum: encontrar soluções equilibradas e justas.

A FNE continuará a acompanhar este processo com serenidade, responsabilidade e firmeza. Mas não deixará de afirmar, com total clareza, que qualquer caminho que fragilize a aplicação plena do contrato coletivo terá consequências nas relações laborais e na confiança entre as partes.

A defesa da contratação coletiva, da valorização profissional e da dignidade dos trabalhadores da educação não é circunstancial. É estrutural. E continuará a ser um compromisso inabalável da FNE.
 
Porto, 27 de maio de 2026
A Comissão Executiva


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Wed, 27 May 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Negociação ECD - Propostas e Contrapropostas do MECI e FNE]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10874 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10874 Negociação do Estatuto da Carreira  Docente (ECD)

PROTOCOLO NEGOCIAL ECD

Consulte aqui as Propostas e contrapropostas do MECI e da FNE


1.º Tema - Perfil Geral do Docente, Direitos, Deveres e Garantias

1.ª Proposta da FNE - 9 dezembro 2025 

1.ª Proposta do MECI - 18 dezembro 2025

1.ª Contraproposta da FNE - 30 dezembro 2025

2.ª Proposta do MECI - 5 janeiro 2026

3.ª Proposta do MECI - 7 janeiro 2026
(com as alterações resultantes das reuniões sindicais realizadas)



2.º Tema - Habilitação para a Docência, Recrutamento e Admissão

Análise Prévia ao Tema 2 - FNE - 14 janeiro 2026

1.ª Reunião MECI/FNE - 4 fevereiro 2026 ADIADA

Ofício da FNE enviado ao MECI em 9 fevereiro 2026

1.ª Proposta do MECI - 18 fevereiro 2026

Informação FNE - Resumo da reunião realizada no dia 18 fevereiro 2026

2.ª Proposta de articulado do MECI - Reunião de 2 março 2026

Informação FNE - Resumo da reunião realizada no dia 2 março 2026

3.ª Proposta de articulado do MECI - Enviada no dia 3 março 2026


Contraproposta da FNE - 6 março 2026

Documento MECI - Reunião de Trabalho - 25 março 2026

Parecer FNE - Revisão do modelo de recrutamento e colocação de docentes - 8 de abril de 2026

Documento MECI sobre o novo modelo de recrutamento e colocação - Reunião de 20 de abril 2026

Recrutamento e Colocação: Proposta de Articulado - 27 de abril de 2026

Parecer Político-Técnico da FNE - Recrutamento e colocação: Proposta de articulado  - 29 de abril de 2026

Folha Informativa - FNE reúne com MECI e apresenta propostas para reforçar justiça e estabilidade no recrutamento docente - 30 de abril de 2026

Recrutamento e Colocação: Proposta de Articulado do MECI - 11 de maio de 2026

Versão consolidada do Articulado apresentado pelo MECI na reunião de - 11 de maio de 2026

Contributos Negociais da FNE - 14 maio 2026

FNE - O algoritmo da 1.ª Fase do PCeC descodificado - 14 maio 2026

Versão consolidada do Articulado apresentado pelo MECI na reunião de 18 de maio de 2026

Resposta FNE ao articulado enviado pelo MECI a 18 de maio de 2026

 


3.º Tema - Formação e Desenvolvimento Profissional

A agendar | 2026


4.º Tema - Organização do tempo de trabalho
A agendar | 2026


5.º Tema - Condições de trabalho
A agendar | 2026


6.º Tema - Revisão da estrutura da carreira docente e do estatuto remuneratório
A agendar | 2026


7.º Tema - Modelo de avaliação de desempenho
A agendar | 2026




Mediante acordo das partes, podem ser objeto de negociação outras matérias a identificar no decurso das reuniões, designadamente, as apresentadas pelas associações sindicais durante o processo negocial.





 
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Fri, 22 May 2026 00:00:00 +0100