<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Wed, 15 Apr 2026 20:41:09 +0100 Wed, 15 Apr 2026 20:41:09 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Agarrados à Net - Inscrições para "III Conferência Internacional de Promoção do Bem-Estar Digital"]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10971 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10971
Estão abertas as inscrições para a III Conferência Internacional de Promoção do Bem-Estar Digital, organizada pela iniciativa "Agarrados à Net". 

Esta é a oportunidade de garantires o teu lugar na Sede da Polícia Judiciária, onde decorrerá o evento.

Nos dias 5 e 6 de maio, em Lisboa, vamos debater temas críticos: 

Dia 5: Prevenção do uso excessivo e problemático dos ecrãs e da radicalização online. 
Dia 6: Prevenção e combate à violência sexual online contra crianças e jovens. 

Onde queres estar? 

O nosso foco este ano é encher o aud itório. Queremos que estejas lá presencialmente. O valor de estares na Sede da PJ, de poderes falar diretamente com os oradores e de fazeres networking com outros profissionais nos intervalos é algo que o digital não substitui. 

O programa detalhado será revelado em breve, mas tu já conheces o rigor e a qualidade que entregamos. Garante o teu bilhete agora, enquanto ainda há disponibilidade total de lugares físicos. 
 
Inscrição para acesso presencial:

QUERO O MEU LUGAR NO PRESENCIAL (Lisboa)
(Bilhetes para 1 dia: 15€ / Bilhete para 2 dias: 20€) 
 
Nota: Se a distância for um impedimento intransponível, também podes acompanhar o evento via streaming, garantindo o teu acesso aqui: 

Inscrição para Acesso Online / Streaming
(Bilhetes único para 2 dias: 20€) 
 
Dica para professores: Estamos a trabalhar para que esta conferência seja reconhecida como Ação de Curta Duração (ACD) – aguardamos confirmação oficial, mas fica atento! 
 
Depois partilha esta informação com quem possa ter interesse. 


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Wed, 15 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE marcou presença na Audição sobre a revisão do ECD na AR]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10970 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10970 A FNE, representada pela Vice-Secretária-Geral, Josefa Lopes e pelo Secretário-Geral Adjunto, Paulo Fernandes, marcou presença esta manhã na Assembleia da República (AR) na Audição Conjunta dos Sindicatos no âmbito do Grupo de Trabalho constituído pela Comissão Parlamentar de Educação e Ciência (CEC) para acompanhar o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD)..

A delegação da Federação apresentou nesta iniciativa os contributos para a Comissão de Educação e Ciência da AR, documento no qual começa por reforçar que "a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD) constitui um momento decisivo para o sistema educativo português. Não estamos perante uma revisão técnica ou marginal, estamos perante uma escolha política estruturante sobre o futuro da escola pública e sobre a valorização dos docentes que nela trabalham".

A fechar o seu espaço de intervenção, a FNE sublinhou que o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode traduzir-se em soluções tímidas, parcelares ou sucessivamente adiadas. O sistema educativo não suporta mais respostas incompletas nem intervenções avulsas: exige-se uma abordagem estrutural, coerente e ambiciosa. É imperativo construir uma carreira docente mais atrativa, transparente e justa, assente em melhores condições de trabalho, maior estabilidade e reais perspetivas de progressão, bem como num estatuto remuneratório digno e valorizado.

Consulte aqui o documento completo (PDF) com todos os contributos apresentados pela FNE



(Vídeo da audição brevemente disponível)


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Tue, 14 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE exige clarificação e transparência nos concursos para Trabalhadores de Apoio Educativo]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10963 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10963
A Federação Nacional da Educação (FNE) reuniu, no passado dia 6 de abril de 2026, no Ministério das Finanças, com a Secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, num encontro que contou igualmente com a presença do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.

A reunião teve como objetivo central a análise das principais preocupações relativas aos Trabalhadores de Apoio Educativo (TAE), num contexto marcado pela recente publicação do Despacho n.º 4240-C/2026.

A FNE regista como positivo o anúncio da abertura de um concurso para a vinculação de 1.406 técnicos especializados, incluindo 758 psicólogos, considerando tratar-se de um passo relevante, ainda que tardio, no reconhecimento da necessidade de estabilidade profissional destes trabalhadores da educação. Este processo permitirá regularizar a situação de muitos técnicos que, há vários anos, desempenham funções essenciais nas escolas em regime de precariedade.

Contudo, a FNE sublinha que o número de vagas anunciado é insuficiente para responder às necessidades reais do sistema educativo. Na perspectiva da Federação, esta medida não resolve de forma estrutural o problema da precariedade, nem assegura a estabilidade indispensável ao bom funcionamento das escolas.

No caso específico dos psicólogos, embora seja positivo garantir a existência de pelo menos um profissional por agrupamento, a FNE alerta que esta solução não cumpre o rácio previsto na Lei n.º 54/2025, que estabelece a necessidade de um psicólogo por cada 500 alunos. Torna-se, por isso, essencial monitorizar as necessidades das escolas, de modo a assegurar a sua adequada dotação em recursos humanos.

Relativamente ao modelo de concurso adotado, a FNE manifesta preocupação com a fragmentação de procedimentos conduzidos a nível local, alertando para riscos acrescidos em termos de transparência, equidade e uniformidade de critérios. Esta dispersão pode comprometer princípios fundamentais da Administração Pública, designadamente a igualdade de oportunidades e a imparcialidade.

Face a este cenário, a FNE defende:

- a reavaliação permanente do número de vagas agora anunciado;
- a adoção de um modelo concursal uniforme, transparente e centralizado;
- a garantia de condições e recursos humanos e materiais adequados para a execução dos procedimentos concursais;
- a não sobrecarga das escolas com tarefas para as quais, em muitos casos, não dispõem de meios nem de preparação;
- a implementação de medidas que assegurem a integração destes profissionais em carreiras estáveis e dignificadas.

A FNE reafirmou que os trabalhadores de apoio educativo, incluindo assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos especializados e outros profissionais, são pilares fundamentais das escolas, assegurando o seu funcionamento diário, o apoio às comunidades educativas e a promoção de ambientes inclusivos e seguros.

Apesar disso, continuam a enfrentar condições laborais desajustadas, com carreiras pouco valorizadas, salários insuficientes e sobrecarga de trabalho. Neste sentido, a FNE considera urgente dar início a processos negociais que respondam a estas reivindicações. Foi assumido o compromisso de realizar, até ao final do mês de abril, uma reunião com vista a avançar num dos pontos considerados prioritários: a reestruturação e valorização das carreiras, começando pela análise e avaliação dos conteúdos funcionais, com vista à identificação das funções cuja especificidade justifique a sua especialização.

A Federação chamou ainda a atenção para a situação dos Técnicos Especializados para Formação, muitos dos quais acumulam mais de uma década de serviço com contratos sucessivos, desempenhando funções de natureza docente, como lecionação, avaliação e acompanhamento de alunos, sem qualquer integração numa carreira estável.

No final da reunião, a FNE entregou ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação um Ofício sobre estas matérias, bem como uma carta subscrita por diretores escolares, na qual são expressas reservas quanto às condições e ao modelo de abertura do procedimento concursal para técnicos superiores.

A FNE manifestou ainda total disponibilidade para, em sede de diálogo institucional, contribuir para a construção de soluções que valorizem estes profissionais e permitam ultrapassar os constrangimentos identificados.

Lisboa, 6 de abril de 2026


Consulte aqui o ofício entregue pela FNE
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Tue, 14 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[SDPA celebra o seu 37º aniversário]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10969 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10969
O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) comemora hoje o seu 37º aniversário.  

Fundado em 1989, o SDPA é uma associação sindical que representa os educadores de infância, os professores de todos os níveis de ensino, os investigadores científicos e os formadores profissionais que trabalham na Região Autónoma dos Açores e é um parceiro social respeitado na Região e no País, sendo membro da Federação Nacional da Educação (FNE) e da União Geral de Trabalhadores (UGT), instituições onde faz eco das pretensões dos docentes que laboram nos Açores.

Nestes anos de existência tem seguido a prática de um sindicalismo firme e acutilante, sem demagogias enganosas, assumindo uma linha de conduta consentânea com a dignidade dos profissionais que representa, procurando resolver os problemas que afectam a classe de um modo determinado e ponderado, em espírito de diálogo e em sede negocial, atuando estruturadamente, visando a contínua melhoria das condições de trabalho dos profissionais que representa.

António Fidalgo, Presidente do SDPA: "Desde a sua génese, somos um Sindicato que continuamente se renova e se expande. Com a força das pessoas que o sonharam, o construíram, o lideraram, a ele pertenceram e o apoiaram, com a força de todos, o SDPA tem-se vindo a afirmar, sustentadamente, como um Sindicato que marca a diferença e se consolidou como um ator relevante e importante na sociedade açoriana. Assumimos a necessidade de desenvolvermos uma ação sindical afirmativa e proactiva na defesa dos interesses e das necessidades dos profissionais da Educação que representamos. Unidos, contando com a mobilização de todos, conseguiremos (Re)Valorizar a Docência | Por Uma Educação de Qualidade".
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Mon, 13 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Resolução UGT - Trabalho XXI. Tempo para a Concertação Social.]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10968 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10968
A UGT, reunida em Secretariado Nacional a 9 de abril de 2026, concluiu, por unanimidade, que não estão reunidas condições para um consenso sobre a proposta de revisão da legislação laboral (“Trabalho XXI”).

A Central Sindical levará esta posição à Concertação Social, mantendo-se disponível para o diálogo, mas firme na defesa de uma legislação laboral mais justa, equilibrada que responda aos desafios do trabalho, com uma negociação coletiva e sindicatos mais fortes.

Leia a Resolução do Secretariado Nacional na íntegra aqui




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Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 +0100