<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Wed, 18 Mar 2026 22:28:32 +0000 Wed, 18 Mar 2026 22:28:32 +0000 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Fórum FNE 2026 - “Valorizar a carreira é investir na Educação”]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10931 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10931
A Federação Nacional da Educação (FNE) promove no próximo dia 20 de março de 2026, no Auditório do SPZN, no Porto, a edição 2026 do Fórum FNE, que vai decorrer sob o lema “Valorizar a carreira é investir na Educação”.

Este será um espaço para debate e procura de mais respostas que permitam alcançar a valorização, desenvolvimento profissional e reconhecimento do trabalho docente durante o processo de Revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), que decorre entre FNE e Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).

Esta iniciativa pretende reforçar uma ação sindical transformadora, centrada numa intervenção participativa e inovadora, capaz de integrar as novas realidades da Educação e de promover um quadro legal mais justo, inclusivo e valorizador das carreiras. 

A sessão de abertura decorrerá às 10h00 e estará a cargo de Pedro Barreiros, Secretário-Geral da FNE e da Vereadora do Pelouro da Educação e do Pelouro do Talento e Conhecimento, Dra. Matilde Gouveia Rocha seguindo-se às 10h30 o Painel I – O Estatuto da Carreira Docente: ponto de situação, com as participações de Paulo Fernandes, Secretário-Geral Adjunto da FNE, Pedro Brandão, Secretário Nacional FNE e Manuel Teodósio, Vice Secretário-Geral da FNE.

Pelas 11h30 acontece um espaço de debate, moderado por Maria João Cardoso, Vice-Presidente do Conselho Geral da FNE, antecendendo a paragem para almoço.

O regresso dá-se pelas 14h30 com o Painel II – Desenvolvimento profissional e valorização da carreira, com Rui Cardoso, Diretor Escolar, Alberto Veronesi, Diretor Escolar e Josefa Lopes, Vice Secretária-Geral da FNE, como oradores convidados seguindo-se um período de debate com moderação de Artur Silva, Secretário Nacional da FNE.

A "Sessão Final – Caminhos para a revisão do Estatuto" fecha os painéis de conversa e terá como oradores João Dias da Silva, Presidente da AFIET, José Ricardo, Secretário-Geral Adjunto da FNE e Joaquim Santos, Secretário Nacional FNE.

António Jorge Pinto, Vice Secretário-Geral da FNE e Gabriel Constantino, Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Geral da FNE, terão a seu cargo o encerramento desta iniciativa.

O Fórum FNE 2026 afirma-se, assim, como um espaço privilegiado de reflexão e construção de propostas, num momento em que se impõe pensar a Escola e a Educação do futuro, garantindo melhores condições de trabalho e de valorização profissional para todos os que contribuem diariamente para o sucesso educativo.




Programa disponível para download (PDF)
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Wed, 18 Mar 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[FNE exige explicações ao Ministério da Educação sobre atraso na vinculação de técnicos especializados]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10942 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10942
A Federação Nacional da Educação (FNE) exigiu hoje ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação um esclarecimento urgente sobre a abertura do concurso de vinculação dos Técnicos Especializados para Outras Funções (TEOF), alertando para o silêncio do Governo relativamente a um processo que foi publicamente anunciado, mas sobre o qual não existe qualquer informação concreta. 

Num ofício enviado ao Ministro da Educação, Fernando Alexandre, a FNE manifesta profunda preocupação pelo facto de, apesar das declarações públicas feitas nos últimos meses sobre a intenção de avançar com a vinculação destes profissionais, não terem sido divulgados procedimentos, calendário ou número de vagas para o concurso. 

Para a FNE, esta situação é particularmente grave porque afeta profissionais que há vários anos desempenham funções essenciais nas escolas, muitas vezes em regime de contratação sucessiva e sem qualquer perspetiva de estabilidade. 

A FNE considera incompreensível que, quando o ano letivo 2025/2026 se aproxima do final do segundo período, não exista ainda qualquer desenvolvimento concreto relativamente a um processo que foi apresentado como prioritário. 
    
“Não é aceitável criar expectativas junto de profissionais que vivem há anos numa situação de precariedade e depois não apresentar qualquer passo concreto para cumprir os compromissos assumidos”, alerta a FNE.

A FNE exige, por isso, que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, esclareça com urgência o ponto de situação da vinculação dos Técnicos Especializados para Outras Funções, torne público o calendário e os procedimentos do concurso e cumpra os compromissos assumidos. 

A FNE aguarda agora uma resposta do Ministério e admite avançar com outras iniciativas sindicais caso a situação de indefinição se mantenha.


Porto, 16 de março de 2026
www.fne.pt

Consulte aqui o ofício enviado pela FNE à tutela
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Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[Assinado acordo de revisão do CCT entre FNE/FSUGT e CNIS]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10944 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10944
A FNE, no âmbito da Frente Sindical da UGT e a Confederação das Instituições de Solidariedade Social (CNIS) assinaram esta tarde (16 março 2026), na sede da CNIS, o acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) para este ano, com efeito a 1 de janeiro de 2026. 

Este acordo traz as seguintes novidades:

Tabela A - Aumento de:
• Níveis 6 a 18, inclusive – 50 € mensais;
• Níveis de 1 a 4 inclusive – 75 € mensais;
• Nível 5 – 80 € mensais. 
 
Tabelas B1 e B4
• Aumento de 50€ em todas as categorias;
• Educadores de Infância/Professores integrados no nível 9, em que o aumento será de 80€ mensais (nível de entrada 1.230,00€).
• Abono para falhas – aumento para 40€.
• Subsídio de refeição 5,50 € por dia; ou título de refeição no valor correspondente ao limite de isenção de IRS.
• Subsídio de trabalho ao domingo (a partir de 1 de julho), no que exceder dois domingos por mês.
• Direito ao descanso ao domingo, de seis em seis, semanas.
• Ajudante de cozinheiro progressão de 3ª a 2ª categoria e de 2ª a 1ª a cada 5 anos.
• Auxiliar da ação médica progressão de 3ª a 2ª categoria e de 2ª a 1ª a cada 5 anos.

As partes assumiram rever as carreiras dos educadores de infância e professores dos ensino básicos e secundário, na próxima revisão do CCT de 2027.



Em resumo, este acordo de revisão de CCT da FNE com a CNIS trouxe as novidades do subsídio de domingo e de gozo do dia de aniversário, sem perda de direitos. Já quanto ao descanso semanal obrigatório passou de sete em sete semanas para seis em 6 semanas. Relativamente ao abono para falhas subiu de 35 para 40 euros.

Também o subsídio de refeição registou um aumento de 5 para 5,5 euros e o título de refeição (no valor igual ao valor de isenção no IRS) passa no corrente ano para 10,46 euros.

A FNE e os Sindicatos da UGT reconhecem que há ainda um longo caminho a percorrer para dignificar verdadeiramente o trabalho e os trabalhadores do setor social. Porém, este acordo permite dar um passo firme e sustentável para melhorar as condições remuneratórias dos trabalhadores do setor, reforçando, por sua vez, os mecanismos da negociação coletiva, através de um diálogo construtivo e pragmático para o encontro de soluções de compromisso bipartido. 

A FNE e os sindicatos desta Frente Sindical da UGT deixaram o seu compromisso firme de continuar a bater-se, através dos meios que têm ao seu alcance, para reforçar o setor social e solidário, capaz de competir com os demais setores da nossa economia, seja na qualidade dos serviços que prestam, seja na capacidade de recrutar os melhores recursos para as suas respostas sociais.

O objetivo da FNE e da Frente Sindical da UGT é o de dar um rumo mais ambicioso a todo o setor da economia social, que permita, aos seus mais de duzentos mil trabalhadores, beneficiarem com melhores condições de trabalho, melhores condições de vida, e com melhores condições de um exercício pleno da sua liberdade individual e coletiva.

 A FNE esteve representada pelo Vice-Secretário-Geral, António Jorge Pinto e pelo Secretário Nacional, Mário Jorge Silva.



 
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Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[FNE exige explicações ao Ministério da Educação sobre atraso na vinculação de técnicos especializados]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10943 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10943
A Federação Nacional da Educação (FNE) exigiu hoje ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação um esclarecimento urgente sobre a abertura do concurso de vinculação dos Técnicos Especializados para Outras Funções (TEOF), alertando para o silêncio do Governo relativamente a um processo que foi publicamente anunciado, mas sobre o qual não existe qualquer informação concreta. 

Num ofício enviado ao Ministro da Educação, Fernando Alexandre, a FNE manifesta profunda preocupação pelo facto de, apesar das declarações públicas feitas nos últimos meses sobre a intenção de avançar com a vinculação destes profissionais, não terem sido divulgados procedimentos, calendário ou número de vagas para o concurso. 

Para a FNE, esta situação é particularmente grave porque afeta profissionais que há vários anos desempenham funções essenciais nas escolas, muitas vezes em regime de contratação sucessiva e sem qualquer perspetiva de estabilidade. 

A FNE considera incompreensível que, quando o ano letivo 2025/2026 se aproxima do final do segundo período, não exista ainda qualquer desenvolvimento concreto relativamente a um processo que foi apresentado como prioritário. 
    
“Não é aceitável criar expectativas junto de profissionais que vivem há anos numa situação de precariedade e depois não apresentar qualquer passo concreto para cumprir os compromissos assumidos”, alerta a FNE.

A FNE exige, por isso, que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, esclareça com urgência o ponto de situação da vinculação dos Técnicos Especializados para Outras Funções, torne público o calendário e os procedimentos do concurso e cumpra os compromissos assumidos. 

A FNE aguarda agora uma resposta do Ministério e admite avançar com outras iniciativas sindicais caso a situação de indefinição se mantenha.


Porto, 16 de março de 2026
www.fne.pt

Consulte aqui o ofício enviado pela FNE à tutela
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Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000
<![CDATA[Assinado acordo de revisão do CCT entre FNE/FSUGT e CNIS]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10945 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10945
A FNE, no âmbito da Frente Sindical da UGT e a Confederação das Instituições de Solidariedade Social (CNIS) assinaram esta tarde (16 março 2026), na sede da CNIS, o acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) para este ano, com efeito a 1 de janeiro de 2026. 

Este acordo traz as seguintes novidades:

Tabela A - Aumento de:
• Níveis 6 a 18, inclusive – 50 € mensais;
• Níveis de 1 a 4 inclusive – 75 € mensais;
• Nível 5 – 80 € mensais. 
 
Tabelas B1 e B4
• Aumento de 50€ em todas as categorias;
• Educadores de Infância/Professores integrados no nível 9, em que o aumento será de 80€ mensais (nível de entrada 1.230,00€).
• Abono para falhas – aumento para 40€.
• Subsídio de refeição 5,50 € por dia; ou título de refeição no valor correspondente ao limite de isenção de IRS.
• Subsídio de trabalho ao domingo (a partir de 1 de julho), no que exceder dois domingos por mês.
• Direito ao descanso ao domingo, de seis em seis, semanas.
• Ajudante de cozinheiro progressão de 3ª a 2ª categoria e de 2ª a 1ª a cada 5 anos.
• Auxiliar da ação médica progressão de 3ª a 2ª categoria e de 2ª a 1ª a cada 5 anos.

As partes assumiram rever as carreiras dos educadores de infância e professores dos ensino básicos e secundário, na próxima revisão do CCT de 2027.



Em resumo, este acordo de revisão de CCT da FNE com a CNIS trouxe as novidades do subsídio de domingo e de gozo do dia de aniversário, sem perda de direitos. Já quanto ao descanso semanal obrigatório passou de sete em sete semanas para seis em 6 semanas. Relativamente ao abono para falhas subiu de 35 para 40 euros.

Também o subsídio de refeição registou um aumento de 5 para 5,5 euros e o título de refeição (no valor igual ao valor de isenção no IRS) passa no corrente ano para 10,46 euros.

A FNE e os Sindicatos da UGT reconhecem que há ainda um longo caminho a percorrer para dignificar verdadeiramente o trabalho e os trabalhadores do setor social. Porém, este acordo permite dar um passo firme e sustentável para melhorar as condições remuneratórias dos trabalhadores do setor, reforçando, por sua vez, os mecanismos da negociação coletiva, através de um diálogo construtivo e pragmático para o encontro de soluções de compromisso bipartido. 

A FNE e os sindicatos desta Frente Sindical da UGT deixaram o seu compromisso firme de continuar a bater-se, através dos meios que têm ao seu alcance, para reforçar o setor social e solidário, capaz de competir com os demais setores da nossa economia, seja na qualidade dos serviços que prestam, seja na capacidade de recrutar os melhores recursos para as suas respostas sociais.

O objetivo da FNE e da Frente Sindical da UGT é o de dar um rumo mais ambicioso a todo o setor da economia social, que permita, aos seus mais de duzentos mil trabalhadores, beneficiarem com melhores condições de trabalho, melhores condições de vida, e com melhores condições de um exercício pleno da sua liberdade individual e coletiva.

 A FNE esteve representada pelo Vice-Secretário-Geral, António Jorge Pinto e pelo Secretário Nacional, Mário Jorge Silva.
 
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Mon, 16 Mar 2026 00:00:00 +0000