<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Thu, 24 Sep 2026 11:09:40 +0100 Thu, 24 Sep 2026 11:09:40 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[PETIÇÃO]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11093 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11093 Defender quem educa é defender a Escola Pública
Pelo Respeito, Autoridade e Segurança na Escola Pública


Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República,

Os cidadãos abaixo assinados vêm, ao abrigo do artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa e da Lei do Exercício do Direito de Petição, solicitar a adoção de medidas que reforcem a autoridade e a segurança dos profissionais da Educação e garantam melhores condições para ensinar e aprender.

O aumento de situações de indisciplina, desrespeito e violência nas escolas prejudica as aprendizagens, fragiliza a convivência escolar e coloca em causa a autoridade e a segurança de educadores, professores, técnicos especializados, assistentes técnicos e assistentes operacionais.

Defender a autoridade não é defender uma escola autoritária. É garantir uma escola de respeito, responsabilidade e segurança, onde os profissionais possam exercer plenamente as suas funções e todos os alunos tenham condições para aprender.

Neste sentido, os peticionários solicitam à Assembleia da República:
1. Reforço da autoridade dos profissionais - Reconhecimento efetivo da sua autoridade e criação de instrumentos adequados de intervenção perante situações de indisciplina e violência.
2. Procedimentos disciplinares mais eficazes - Simplificação e maior celeridade dos procedimentos perante situações graves ou reiteradas de indisciplina.
3. Mais recursos humanos nas escolas - Reforço de assistentes operacionais, técnicos especializados, psicólogos, mediadores e outros profissionais de apoio.
4. Apoio jurídico aos profissionais - Garantia de apoio aos trabalhadores vítimas de agressões, ameaças, assédio ou outras formas de violência no exercício das suas funções.
5. Plano Nacional para a Convivência Escolar - Implementação de uma estratégia de prevenção da violência e promoção do respeito, responsabilidade, cidadania e convivência escolar.
6. Valorização da Escola Pública e dos seus profissionais - Adoção de medidas que reforcem o reconhecimento, o prestígio e a valorização social de quem trabalha na Educação.

Uma Escola Pública de qualidade exige respeito por quem educa e segurança para quem nela trabalha e aprende.

Apelamos, por isso, à Assembleia da República para que assuma esta matéria como uma prioridade nacional. Defender quem educa é defender a Escola Pública.




ASSINA AQUI A PETIÇÃO

Junta a tua voz à nossa!

A petição pode ser descarregada aqui, impressa e preenchida.

Depois de assinada, entrega-a num dos sindicatos da FNE ou aos nossos dirigentes e delegados sindicais.

Cada assinatura conta. A tua também!

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Thu, 24 Sep 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE lança Campanha Nacional]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11094 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11094

“Defender quem educa. Defender a Escola Pública.”

Manifesto Nacional e Petição à Assembleia da República querem mobilizar milhares de cidadãos pelo respeito, autoridade, segurança e valorização dos profissionais da Educação.


A Federação Nacional da Educação (FNE) lança a Campanha Nacional “Defender quem educa. Defender a Escola Pública.”, uma iniciativa que pretende colocar no centro do debate público o respeito por quem trabalha nas escolas, o combate à indisciplina e à violência, o reforço da autoridade dos profissionais da Educação e a criação de condições efetivas para ensinar e aprender em segurança.

A campanha parte de uma convicção clara: defender a autoridade de educadores, professores e restantes profissionais da Educação não é uma reivindicação corporativa. É defender o direito dos alunos a aprender e a própria qualidade da Escola Pública. A FNE considera que os fenómenos de indisciplina, desrespeito, violência e conflitualidade não podem ser normalizados, porque perturbam o funcionamento das escolas, comprometem as aprendizagens e fragilizam quem nelas trabalha diariamente.

É por isso que a campanha se desenvolve sob quatro palavras fundamentais — Respeito, Autoridade, Segurança e Valorização — e assume uma mensagem que a FNE quer levar às escolas e à sociedade:

“Sem respeito não há aprendizagem. Sem aprendizagem não há Escola Pública.”

 

Um Manifesto para construir um compromisso nacional

Um dos eixos centrais da campanha será o Manifesto Nacional pelo Respeito, Autoridade e Segurança na Escola Pública, aberto à subscrição de profissionais da Educação, famílias, investigadores, especialistas, instituições e cidadãos.

Com este Manifesto, a FNE pretende recolher milhares de assinaturas e construir uma ampla frente social em defesa da Escola Pública, demonstrando que o respeito por quem educa e trabalha nas escolas é uma responsabilidade que ultrapassa os profissionais e envolve toda a sociedade.

O Manifesto defende, entre outras medidas, o reforço efetivo da autoridade dos profissionais da Educação; respostas rápidas e proporcionais perante situações de indisciplina e violência; o reforço de assistentes operacionais, técnicos especializados, psicólogos e mediadores; proteção jurídica dos profissionais vítimas de agressões, ameaças ou assédio; maior corresponsabilização das famílias; um Plano Nacional para a Convivência Escolar; e uma estratégia efetiva de valorização dos profissionais e da Escola Pública.

A FNE quer que este seja um compromisso transversal à sociedade portuguesa, porque quando a autoridade de quem educa é fragilizada, não perde apenas o profissional: perdem os alunos, as famílias, a escola e o país.

 

Petição Nacional vai levar a exigência à Assembleia da República

A mobilização terá igualmente uma dimensão institucional através da Petição “Defender quem educa é defender a Escola Pública” que será entregue na Assembleia da República, depois de uma mobilização nacional com o objetivo de recolher milhares de assinaturas.

A FNE exige respostas concretas para reforçar o respeito, a autoridade e a segurança nas escolas, defendendo procedimentos disciplinares mais eficazes, reforço dos recursos humanos, apoio jurídico aos profissionais, um Plano Nacional para a Convivência Escolar e a valorização da Escola Pública e de quem nela trabalha.

A recolha de assinaturas decorre até 11 de dezembro de 2026, através dos sindicatos da FNE. 

ASSINA AQUI

 

Uma campanha que começa por ouvir quem está nas escolas

A iniciativa não se esgota no Manifesto e na Petição. A FNE promoverá também uma Consulta Nacional aos Profissionais da Educação, abrangendo educadores de infância, professores, técnicos especializados, assistentes técnicos, assistentes operacionais e diretores escolares.

Indisciplina em sala de aula, comportamentos disruptivos, violência verbal e física, ameaças, intimidação, impacto no bem-estar dos profissionais, burocracia associada aos processos disciplinares e eficácia das medidas atualmente existentes estarão entre as matérias analisadas. Os resultados darão origem ao relatório nacional “O Estado da Disciplina nas Escolas Portuguesas”, com diagnóstico, testemunhos, recomendações e propostas de intervenção.

A campanha prosseguirá ao longo do ano letivo, incluindo a Semana Nacional do Respeito na Escola, entre 25 e 27 de janeiro de 2027, com iniciativas nas escolas e culminando ainda numa Cimeira Internacional dedicada ao tema “Respeito, Autoridade e Futuro da Escola Pública”.

 

Defender quem educa é defender o direito de aprender

Para a FNE, combater a indisciplina e reforçar a autoridade não é defender uma escola autoritária. É garantir respeito, responsabilidade, segurança e condições para ensinar e aprender.

Esta campanha pretende mobilizar profissionais, escolas, famílias e cidadãos, dando voz a quem educa e defendendo o direito de todos os alunos a aprender.

 

A FNE quer mobilizar a sociedade em torno de uma ideia essencial:

DEFENDER QUEM EDUCA É DEFENDER A ESCOLA PÚBLICA.

Sem respeito não há aprendizagem.
Sem aprendizagem não há Escola Pública



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Thu, 24 Sep 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE propõe novo Estatuto de Apoio à Deslocação e Fixação Docente]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11092 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11092
Uma resposta mais justa para apoiar os professores e garantir docentes onde fazem mais falta.

A Federação Nacional da Educação (FNE) apresenta uma proposta de Estatuto de Apoio à Deslocação e Fixação Docente, debatida e aprovada pelo seu Secretariado Nacional, com o objetivo de criar respostas mais justas e eficazes para os professores que suportam elevados custos de deslocação e habitação e para as escolas onde é mais difícil atrair e fixar docentes.

A FNE propõe substituir o atual apoio extraordinário e temporário por um modelo permanente, previsível e territorialmente diferenciado, que tenha em conta a distância, o grau de carência de professores e os custos de habitação. A proposta prevê também o fim da atual fronteira rígida dos 70 km, apoios reforçados nas situações de maior carência e incentivos à permanência dos docentes. 

Para a FNE, fixar professores não é apenas compensar quilómetros. É criar condições para que possam aceitar uma colocação, viver com dignidade no território onde trabalham e permanecer nas escolas, garantindo maior estabilidade às equipas e continuidade às aprendizagens dos alunos. 

Esta proposta não substitui a necessária valorização da carreira, dos salários e das condições de trabalho. Complementa-a, procurando responder a dificuldades concretas que hoje condicionam a atração e fixação de professores.

A FNE propõe ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação a abertura de um processo negocial específico, tendo em vista a aplicação integral do Estatuto no ano letivo 2027/2028, sem prejuízo de medidas transitórias já em 2026/2027. 

Valorizar e fixar professores é investir nos alunos, nas aprendizagens, nos territórios e na qualidade da Escola Pública.


Consulte aqui o documento Estatuto de Apoio à Deslocação e Fixação Docente


Ofício enviado ao MECI
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Tue, 22 Sep 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[O SALÁRIO NÃO PODE FICAR NA ESTRADA]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11091 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11091

FNE alerta para o peso crescente das deslocações no rendimento dos professores e defende medidas de atração e fixação que tenham em conta o custo real de trabalhar longe de casa.


O aumento do preço dos combustíveis volta a colocar em evidência um problema que afeta milhares de professores: o custo de se deslocarem diariamente entre a residência e a escola onde estão colocados. Para muitos docentes, trabalhar implica percorrer dezenas de quilómetros todos os dias, suportando despesas que consomem uma parte significativa do rendimento mensal.

Os dados analisados pela FNE ajudam a perceber a dimensão do problema. Um professor que percorra 60 quilómetros por dia no trajeto casa–escola–casa, utilizando um automóvel com um consumo médio de 7 litros aos 100 quilómetros, poderá gastar atualmente cerca de 199 euros por mês em gasóleo ou 191 euros em gasolina, considerando 22 dias de deslocação.

Tomando como referência 220 dias de deslocação ao longo do ano, esse professor percorrerá cerca de 13.200 quilómetros, consumindo aproximadamente 924 litros de combustível. Só em combustível, a despesa anual poderá aproximar-se dos 1.992 euros num automóvel a gasóleo e dos 1.911 euros num automóvel a gasolina.

E estes valores representam apenas uma parte do custo efetivamente suportado. Portagens, estacionamento, manutenção, revisões, pneus, seguros, impostos e desvalorização da viatura fazem aumentar significativamente a despesa associada ao simples ato de ir trabalhar.


Milhares de professores percorrem grandes distâncias

Os resultados da Consulta Nacional da FNE confirmam que as deslocações longas não são uma situação residual.

Um em cada seis professores percorre mais de 60 quilómetros por dia e quase um em cada dez percorre mais de 90 quilómetros diariamente para chegar à escola onde está a trabalhar.

A partir da distribuição das respostas, a FNE estima, de forma conservadora, uma deslocação média de aproximadamente 33 quilómetros por dia, o que representa cerca de 7.000 quilómetros por ano em deslocações associadas ao trabalho, tomando como referência 210 dias de deslocação.

Na estimativa dos encargos com deslocações não é considerada a totalidade das deslocações inerentes ao exercício da profissão, incluindo as que decorrem de reuniões, avaliações, exames, atividades escolares, formação e outras responsabilidades profissionais realizadas ao longo do ano.


Trabalhar longe não pode significar, pagar para trabalhar.

Num contexto em que o sistema educativo continua a enfrentar dificuldades na atração e fixação de professores em determinados territórios e grupos de recrutamento, não é possível ignorar o impacto que a distância, a habitação e as deslocações têm na decisão de aceitar ou manter uma colocação. Por isso, não é de estranhar que, apesar de existirem cerca de 11.000 docentes nas reservas de recrutamento, continuem por preencher necessidades das escolas. A existência de professores em reserva não significa que estes estejam disponíveis para aceitar qualquer horário, em qualquer ponto do país e independentemente dos custos que essa colocação implica. Quando a distância, a deslocação ou a necessidade de manter uma segunda habitação absorvem uma parte significativa do rendimento, o problema deixa de ser apenas a existência de professores e passa também a ser a criação de condições que tornem possível e sustentável aceitar uma colocação.

A FNE defende, por isso, uma política de atração, apoio e fixação de professores que considere o custo real das deslocações, a distância entre a residência e o local de trabalho, os encargos com habitação e as diferentes realidades territoriais, garantindo respostas eficazes.

Nesse sentido, a FNE vai enviar ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), ainda esta semana, uma proposta de Estatuto de Apoio e Fixação Docente, com medidas concretas que contribuam para dar resposta às dificuldades que hoje impedem o preenchimento de necessidades em muitas escolas. O objetivo é conciliar duas prioridades que têm de caminhar em conjunto: garantir que nenhum aluno fica sem aulas por falta de professor e assegurar aos docentes condições dignas e economicamente sustentáveis para aceitar e manter uma colocação.

Este Estatuto insere-se numa estratégia mais ampla de valorização e dignificação da profissão docente. Para a FNE, responder à falta de professores não passa apenas por formar e recrutar mais docentes: exige também criar condições para que os professores que já existem possam trabalhar onde são necessários sem que a distância, a habitação ou as deslocações absorvam uma parte desproporcionada do seu rendimento.


Trabalhar longe não pode significar, pagar para trabalhar.

 

Porto, 20 de setembro de 2026

A Comissão Executiva
Federação Nacional da Educação

 


Informação complementar com os dados, cálculos, pressupostos e elementos de enquadramento utilizados pela FNE na análise do impacto das deslocações dos professores.

Consulte aqui em PDF o folheto "Dar aulas não pode custar o salário"




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Sun, 20 Sep 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[RESOLUÇÃO FNE - O fim das vagas não tem de esperar pelo novo ECD]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11088 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/11088
Resolução do Secretariado Nacional da FNE 

O Secretariado Nacional da FNE, reunido em 17 de setembro de 2026, reafirma que a valorização da carreira docente constitui uma condição essencial para reconhecer o trabalho dos professores e educadores e para responder a um dos maiores desafios que hoje enfrenta a Escola Pública: atrair, formar, fixar e reter professores.

A revisão do Estatuto da Carreira Docente atualmente em negociação constitui, por isso, uma oportunidade que não pode ser desperdiçada para construir uma carreira mais justa, valorizada e atrativa.

A FNE tem participado neste processo de forma responsável, exigente e empenhada, apresentando propostas e procurando soluções que permitam corrigir injustiças acumuladas e melhorar efetivamente as condições de exercício e de desenvolvimento da carreira docente.

Entre essas matérias encontra-se a eliminação das vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões, uma reivindicação que a FNE há muito defende.

Neste ponto existe hoje um dado político particularmente relevante: o próprio Programa do XXV Governo Constitucional assume o compromisso de acabar com as quotas no acesso aos 5.º e 7.º escalões, no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente.

Existe, portanto, uma convergência quanto ao objetivo: as vagas devem acabar.

A questão que agora se coloca é saber quando.

A revisão global do ECD envolve numerosas matérias, algumas de elevada complexidade, e o processo negocial tem vindo a prolongar-se. A FNE considera que esta circunstância não deve obrigar os professores a esperar pela conclusão de toda a revisão para ver concretizada uma medida que o próprio Governo já assumiu como necessária.

O fim das vagas não tem de esperar pelo novo ECD

As vagas de acesso aos 5.º e 7.º escalões constituem um mecanismo que condiciona a progressão de docentes que cumprem os restantes requisitos legalmente exigidos, introduzindo bloqueios e desigualdades no desenvolvimento da carreira.

A sua manutenção torna-se ainda mais difícil de compreender num momento em que o sistema educativo enfrenta sérias dificuldades na atração e retenção de professores e em que é indispensável transmitir sinais claros de valorização da profissão docente.

Para a FNE, não se trata de pedir ao Governo que assuma um novo compromisso. Trata-se de criar condições para concretizar mais cedo um compromisso que o próprio Governo já assumiu.

Por isso, a FNE considera que esta matéria deve ser autonomizada da revisão global do ECD e objeto de uma negociação específica e célere, permitindo antecipar a eliminação das vagas sem prejudicar ou condicionar a continuação da negociação das restantes matérias do Estatuto.

Assim, o Secretariado Nacional da FNE delibera:

  • Propor ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação a abertura imediata de uma negociação específica destinada à eliminação das vagas de acesso aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente;

  • Defender que esta alteração possa entrar em vigor sem esperar pela conclusão da revisão global do Estatuto da Carreira Docente, com produção de efeitos tão cedo quanto legalmente possível;

  • Exigir que a solução a encontrar salvaguarde todos os docentes atualmente abrangidos pelos mecanismos de acesso aos 5.º e 7.º escalões, garantindo que ninguém seja prejudicado e evitando novas desigualdades ou ultrapassagens;

  • Reafirmar que a antecipação desta medida não substitui nem condiciona a negociação global do ECD, que deve prosseguir com vista a uma revisão estrutural e à efetiva valorização da carreira docente.

A FNE continuará empenhada na negociação de um Estatuto da Carreira Docente que reconheça, valorize e dignifique os professores e educadores.

Mas uma negociação longa não deve impedir decisões que podem ser tomadas mais cedo.

Se o Governo já assumiu que as vagas devem acabar, não há razão para os professores terem de esperar pela conclusão da revisão de todo o ECD.

Se é possível corrigir agora uma injustiça, não há razão para obrigar os professores a continuar à espera.


Lisboa, 17 de setembro de 2026

O Secretariado Nacional
Federação Nacional da Educação - FNE


Consulte aqui a Resolução em PDF


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Thu, 17 Sep 2026 00:00:00 +0100