<![CDATA[Notícias]]> https://fne.pt Thu, 16 Apr 2026 22:33:44 +0100 Thu, 16 Apr 2026 22:33:44 +0100 (fne@fne.pt) fne@fne.pt Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[Agarrados à Net - Inscrições para "III Conferência Internacional de Promoção do Bem-Estar Digital"]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10971 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10971
Estão abertas as inscrições para a III Conferência Internacional de Promoção do Bem-Estar Digital, organizada pela iniciativa "Agarrados à Net". 

Esta é a oportunidade de garantires o teu lugar na Sede da Polícia Judiciária, onde decorrerá o evento.

Nos dias 5 e 6 de maio, em Lisboa, vamos debater temas críticos: 

Dia 5: Prevenção do uso excessivo e problemático dos ecrãs e da radicalização online. 
Dia 6: Prevenção e combate à violência sexual online contra crianças e jovens. 

Onde queres estar? 

O nosso foco este ano é encher o aud itório. Queremos que estejas lá presencialmente. O valor de estares na Sede da PJ, de poderes falar diretamente com os oradores e de fazeres networking com outros profissionais nos intervalos é algo que o digital não substitui. 

O programa detalhado será revelado em breve, mas tu já conheces o rigor e a qualidade que entregamos. Garante o teu bilhete agora, enquanto ainda há disponibilidade total de lugares físicos. 
 
Inscrição para acesso presencial:

QUERO O MEU LUGAR NO PRESENCIAL (Lisboa)
(Bilhetes para 1 dia: 15€ / Bilhete para 2 dias: 20€) 
 
Nota: Se a distância for um impedimento intransponível, também podes acompanhar o evento via streaming, garantindo o teu acesso aqui: 

Inscrição para Acesso Online / Streaming
(Bilhetes único para 2 dias: 20€) 
 
Dica para professores: Estamos a trabalhar para que esta conferência seja reconhecida como Ação de Curta Duração (ACD) – aguardamos confirmação oficial, mas fica atento! 
 
Depois partilha esta informação com quem possa ter interesse. 


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Wed, 15 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE marcou presença na Audição sobre a revisão do ECD na AR]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10970 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10970 A FNE, representada pela Vice-Secretária-Geral, Josefa Lopes e pelo Secretário-Geral Adjunto, Paulo Fernandes, marcou presença na manhã de 14 de abril, na Assembleia da República (AR) na Audição Conjunta dos Sindicatos no âmbito do Grupo de Trabalho constituído pela Comissão Parlamentar de Educação e Ciência (CEC) para acompanhar o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

A delegação da Federação apresentou nesta iniciativa os contributos para a Comissão de Educação e Ciência da AR, documento no qual começa por reforçar que "a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD) constitui um momento decisivo para o sistema educativo português. Não estamos perante uma revisão técnica ou marginal, estamos perante uma escolha política estruturante sobre o futuro da escola pública e sobre a valorização dos docentes que nela trabalham".

A fechar o seu espaço de intervenção, a FNE sublinhou que o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode traduzir-se em soluções tímidas, parcelares ou sucessivamente adiadas. O sistema educativo não suporta mais respostas incompletas nem intervenções avulsas: exige-se uma abordagem estrutural, coerente e ambiciosa. É imperativo construir uma carreira docente mais atrativa, transparente e justa, assente em melhores condições de trabalho, maior estabilidade e reais perspetivas de progressão, bem como num estatuto remuneratório digno e valorizado.



Consulte aqui o documento completo (PDF) com todos os contributos apresentados pela FNE



Vídeo com emissão completa (intervenção FNE a partir dos 10:10m e 1h23m)


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Tue, 14 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[FNE exige clarificação e transparência nos concursos para Trabalhadores de Apoio Educativo]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10963 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10963
A Federação Nacional da Educação (FNE) reuniu, no passado dia 6 de abril de 2026, no Ministério das Finanças, com a Secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, num encontro que contou igualmente com a presença do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.

A reunião teve como objetivo central a análise das principais preocupações relativas aos Trabalhadores de Apoio Educativo (TAE), num contexto marcado pela recente publicação do Despacho n.º 4240-C/2026.

A FNE regista como positivo o anúncio da abertura de um concurso para a vinculação de 1.406 técnicos especializados, incluindo 758 psicólogos, considerando tratar-se de um passo relevante, ainda que tardio, no reconhecimento da necessidade de estabilidade profissional destes trabalhadores da educação. Este processo permitirá regularizar a situação de muitos técnicos que, há vários anos, desempenham funções essenciais nas escolas em regime de precariedade.

Contudo, a FNE sublinha que o número de vagas anunciado é insuficiente para responder às necessidades reais do sistema educativo. Na perspectiva da Federação, esta medida não resolve de forma estrutural o problema da precariedade, nem assegura a estabilidade indispensável ao bom funcionamento das escolas.

No caso específico dos psicólogos, embora seja positivo garantir a existência de pelo menos um profissional por agrupamento, a FNE alerta que esta solução não cumpre o rácio previsto na Lei n.º 54/2025, que estabelece a necessidade de um psicólogo por cada 500 alunos. Torna-se, por isso, essencial monitorizar as necessidades das escolas, de modo a assegurar a sua adequada dotação em recursos humanos.

Relativamente ao modelo de concurso adotado, a FNE manifesta preocupação com a fragmentação de procedimentos conduzidos a nível local, alertando para riscos acrescidos em termos de transparência, equidade e uniformidade de critérios. Esta dispersão pode comprometer princípios fundamentais da Administração Pública, designadamente a igualdade de oportunidades e a imparcialidade.

Face a este cenário, a FNE defende:

- a reavaliação permanente do número de vagas agora anunciado;
- a adoção de um modelo concursal uniforme, transparente e centralizado;
- a garantia de condições e recursos humanos e materiais adequados para a execução dos procedimentos concursais;
- a não sobrecarga das escolas com tarefas para as quais, em muitos casos, não dispõem de meios nem de preparação;
- a implementação de medidas que assegurem a integração destes profissionais em carreiras estáveis e dignificadas.

A FNE reafirmou que os trabalhadores de apoio educativo, incluindo assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos especializados e outros profissionais, são pilares fundamentais das escolas, assegurando o seu funcionamento diário, o apoio às comunidades educativas e a promoção de ambientes inclusivos e seguros.

Apesar disso, continuam a enfrentar condições laborais desajustadas, com carreiras pouco valorizadas, salários insuficientes e sobrecarga de trabalho. Neste sentido, a FNE considera urgente dar início a processos negociais que respondam a estas reivindicações. Foi assumido o compromisso de realizar, até ao final do mês de abril, uma reunião com vista a avançar num dos pontos considerados prioritários: a reestruturação e valorização das carreiras, começando pela análise e avaliação dos conteúdos funcionais, com vista à identificação das funções cuja especificidade justifique a sua especialização.

A Federação chamou ainda a atenção para a situação dos Técnicos Especializados para Formação, muitos dos quais acumulam mais de uma década de serviço com contratos sucessivos, desempenhando funções de natureza docente, como lecionação, avaliação e acompanhamento de alunos, sem qualquer integração numa carreira estável.

No final da reunião, a FNE entregou ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação um Ofício sobre estas matérias, bem como uma carta subscrita por diretores escolares, na qual são expressas reservas quanto às condições e ao modelo de abertura do procedimento concursal para técnicos superiores.

A FNE manifestou ainda total disponibilidade para, em sede de diálogo institucional, contribuir para a construção de soluções que valorizem estes profissionais e permitam ultrapassar os constrangimentos identificados.

Lisboa, 6 de abril de 2026


Consulte aqui o ofício entregue pela FNE
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Tue, 14 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[SDPA celebra o seu 37º aniversário]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10969 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10969
O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA) comemora hoje o seu 37º aniversário.  

Fundado em 1989, o SDPA é uma associação sindical que representa os educadores de infância, os professores de todos os níveis de ensino, os investigadores científicos e os formadores profissionais que trabalham na Região Autónoma dos Açores e é um parceiro social respeitado na Região e no País, sendo membro da Federação Nacional da Educação (FNE) e da União Geral de Trabalhadores (UGT), instituições onde faz eco das pretensões dos docentes que laboram nos Açores.

Nestes anos de existência tem seguido a prática de um sindicalismo firme e acutilante, sem demagogias enganosas, assumindo uma linha de conduta consentânea com a dignidade dos profissionais que representa, procurando resolver os problemas que afectam a classe de um modo determinado e ponderado, em espírito de diálogo e em sede negocial, atuando estruturadamente, visando a contínua melhoria das condições de trabalho dos profissionais que representa.

António Fidalgo, Presidente do SDPA: "Desde a sua génese, somos um Sindicato que continuamente se renova e se expande. Com a força das pessoas que o sonharam, o construíram, o lideraram, a ele pertenceram e o apoiaram, com a força de todos, o SDPA tem-se vindo a afirmar, sustentadamente, como um Sindicato que marca a diferença e se consolidou como um ator relevante e importante na sociedade açoriana. Assumimos a necessidade de desenvolvermos uma ação sindical afirmativa e proactiva na defesa dos interesses e das necessidades dos profissionais da Educação que representamos. Unidos, contando com a mobilização de todos, conseguiremos (Re)Valorizar a Docência | Por Uma Educação de Qualidade".
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Mon, 13 Apr 2026 00:00:00 +0100
<![CDATA[Resolução UGT - Trabalho XXI. Tempo para a Concertação Social.]]> https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10968 https://fne.pt/pt/noticias/detail/id/10968
A UGT, reunida em Secretariado Nacional a 9 de abril de 2026, concluiu, por unanimidade, que não estão reunidas condições para um consenso sobre a proposta de revisão da legislação laboral (“Trabalho XXI”).

A Central Sindical levará esta posição à Concertação Social, mantendo-se disponível para o diálogo, mas firme na defesa de uma legislação laboral mais justa, equilibrada que responda aos desafios do trabalho, com uma negociação coletiva e sindicatos mais fortes.

Leia a Resolução do Secretariado Nacional na íntegra aqui




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Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 +0100